Marcelo Panho
nasceu em 1971
Marcelo Panho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcelo Panho declarou R$ 438,1 mil em bens, em reais de hoje: 7,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 99,8 mil acima da inflação.
Declarou 7,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Marcelo PanhoR$ 438,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa de alvenaria mistaR$ 287,3 milCasa
- 50 % Oficina mecânicaR$ 71,8 milOutras participações societárias
- Automóvel cros foxR$ 28,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto gsx-f 750R$ 21,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automóvel ford kaR$ 21,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta corrente no sicrediR$ 7.182Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcelo Panho declarou ao TSE R$ 42 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Tapejara (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 7.04149,1%
- Próprio bolsoR$ 6.65146,3%
- PartidoR$ 6594,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.93671,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 77811,3%
- ServiçosR$ 77811,3%
- InternetR$ 3114,5%
- RepassesR$ 921,3%
- EscritórioR$ 3< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Tapejara (RS), 2020
Marcelo Panho: R$ 22,7 por voto (mediana da disputa, R$ 19,9). Quem venceu, Edu Oliveira, gastou R$ 12,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 417; o mais barato, R$ 12,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcelo Panho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marilei Girardi PLR$ 8,8 mil · 21 votosR$ 417
- Miura CIDADANIAR$ 6,2 mil · 16 votosR$ 390
- Volmir Danelli MDBR$ 7,7 mil · 271 votosR$ 28,5
- Rita PSBR$ 5,6 mil · 203 votosR$ 27,5
- Professor Altamir MDBR$ 11 mil · 397 votosR$ 27,4
- Marcelo Panho MDBR$ 6,9 mil · 304 votosR$ 22,7
- Rafa Menegaz MDBR$ 7,9 mil · 399 votosR$ 19,9
- Celso Piffer CIDADANIAR$ 9,5 mil · 507 votosR$ 18,7
- Hugo Dalposso MDBR$ 6,4 mil · 346 votosR$ 18,5
- Josue Girardi Juruna PPR$ 9,7 mil · 575 votosR$ 16,8
- Maeli Brunetto Cerezoli MDBR$ 8,7 mil · 692 votosR$ 12,6
- Edu Oliveira PSBR$ 7 mil · 573 votosR$ 12,2
Votos por real
- 2020, vereador: 45 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.