Prof. Antônio
Antonio Carlos Rodrigues · nasceu em 1963
Prof. Antônio se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSTU.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Passo Fundo (RS)PSTU 16· esquerda· na urna, Professor AntonioNa chapa de Rodrigo Pimentelchapa não eleita1.578 votos da chapa, 1,5%
- 2006Deputado federal · Rio Grande do SulPSTU 1616· esquerda· na urna, Prof. Antonionão eleito1.301 votos; 201º mais votado de 279 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Prof. Antônio teve 1.301 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 201º lugar entre 279 candidatos.
Recebeu votos em 132 cidades. Porto Alegre deu 27,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 77,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Prof. Antônio declarou R$ 235,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 107,3 mil acima da inflação.
Declarou 44% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.
- Prof. AntônioR$ 235,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Apartamento na rua são vicente de paulaR$ 162,5 milApartamento
- Automóvel loganR$ 56,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automóvel curierR$ 13 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Carreta para reboqueR$ 3.249Outros bens móveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Prof. Antônio declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Passo Fundo (RS) · PSTU · não eleito
De onde veio
- Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 9.95891,1%
- Próprio bolsoR$ 9728,9%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 4.04837%
- Material impressoTudo de Imperial Artes Graficas Ltda - EppR$ 1.0859,9%
- OutrosR$ 1381,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Passo Fundo (RS), 2016
Prof. Antônio: R$ 15,6 por voto (mediana da disputa, R$ 15,6). Quem venceu, Luciano Azevedo, gastou R$ 7,99 por voto. O voto mais caro custou R$ 31,9; o mais barato, R$ 3,10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Prof. Antônio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rui Lorenzato PTR$ 173 mil · 5.440 votosR$ 31,9
- Osvaldo Gomes PPR$ 371 mil · 19.907 votosR$ 18,7
- Prof. Antônio PSTUR$ 11 mil · 700 votosR$ 15,6
- Luciano Azevedo PSBR$ 683 mil · 85.505 votosR$ 7,99
- Celso Dalberto PSOLR$ 1,9 mil · 627 votosR$ 3,10
Votos por real
- 2016, prefeito: 64 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.