Apuração
Prefeito · 2020 · PSOL

Celso Dalberto

nasceu em 1961

Celso Dalberto se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,77← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSOL2014PSOL2016PSOL2018PSOL2020PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSOL.

Dep. federalPrefeitoPartidoPSOL2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Passo Fundo (RS)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito482 votos, 0,5%
  2. 2018
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PSOL 5001· esquerda
    suplente984 votos; 263º mais votado de 404 no estado
  3. 2016
    Prefeito · Passo Fundo (RS)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito627 votos, 0,6%
  4. 2014
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PSOL 5001· esquerda
    não eleito1.270 votos; 164º mais votado de 308 no estado
  5. 2008
    Prefeito · Passo Fundo (RS)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito872 votos, 0,8%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Celso Dalberto teve 984 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 263º lugar entre 404 candidatos.

Recebeu votos em 144 cidades. Passo Fundo deu 38,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 73,3%.

984 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 984 votos.
  1. Passo Fundo (RS)381 votos38,7%
  2. Marau (RS)120 votos12,2%
  3. Porto Alegre (RS)73 votos7,4%
  4. Vila Maria (RS)18 votos1,8%
  5. Crissiumal (RS)17 votos1,7%
  6. Outras 129 cidades263 votos26,7%
As outras 1 eleições para deputado
1.270 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.270 votos.
  1. Passo Fundo (RS)384 votos30,2%
  2. Marau (RS)211 votos16,6%
  3. Porto Alegre (RS)170 votos13,4%
  4. Gravataí (RS)28 votos2,2%
  5. Caxias do Sul (RS)27 votos2,1%
  6. Outras 144 cidades310 votos24,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Celso Dalberto declarou R$ 158 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 133,2 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 158 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 110.000 na declaração)

Declarou 32% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.

  • Celso DalbertoR$ 158 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 158 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Celso Dalberto declarou ao TSE R$ 35 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 15 mil, 99% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Passo Fundo (RS) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 8.919
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 7.999
O maior gasto foi com material impresso: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.999.
  1. Material impressoTudo de Rogerio BattistelR$ 4.71358,9%
  2. Rádio, TV e vídeoTudo de Muller E Santin Produtora LtdaR$ 3.11338,9%
  3. ServiçosR$ 1732,2%

Quanto custou cada voto: prefeito, Passo Fundo (RS), 2020

Celso Dalberto: R$ 16,6 por voto (mediana da disputa, R$ 17,6). Quem venceu, Pedro, gastou R$ 17,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 91,7; o mais barato, R$ 6,55.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Celso Dalberto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 60 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2018, deputado federal: 65 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 323 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 150 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.