Pelé Campos
Pedro Rodrigues Cavalcante Neto · nasceu em 1974
Pelé Campos se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 4 partidos: DEM (2004), CIDADANIA (2006), MDB (2008–2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Feijó (AC)PSDB 15· centro-direitaNa chapa de Francimar Fernandeschapa não eleita5.716 votos da chapa, 36,9%
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · AcreMDB 15500· centro· na urna, Pelesuplente872 votos; 112º mais votado de 330 no estado
- 2008Vice-prefeito · Feijó (AC)MDB 45· centroNa chapa de Dindimchapa não eleita5.655 votos da chapa, 49,6%
- 2006
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Pelé Campos teve 872 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 112º lugar entre 330 candidatos.
Recebeu votos em 6 cidades. Feijó deu 92,2% deles.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pelé Campos declarou R$ 97,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 14 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 38% da mediana dos candidatos a prefeito no Acre em 2016.
- Pelé CamposR$ 97,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 259,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 661,7 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Pelé Campos declarou ao TSE R$ 209 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 73 mil, 76% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Feijó (AC) · MDB · não eleito
De onde veio
- Fundo partidárioTudo de Partido Do Movimento Democratico BrasileiroR$ 55,4 mil76%
- Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 17,5 mil24%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Partido Do Movimento Democratico BrasileiroR$ 19,7 mil27,2%
- Eventos6 pessoas, não nomeadasR$ 8.74412,1%
- OutrosTudo de J C B Das Chagas - MeR$ 6.4778,9%
- ServiçosR$ 1.4572%
Quanto custou cada voto: prefeito, Feijó (AC), 2016
Pele Campos: R$ 25,2 por voto (mediana da disputa, R$ 20,5). Quem venceu, Kiefer, gastou R$ 20,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 25,2; o mais barato, R$ 16,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pele Campos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pele Campos MDBR$ 73 mil · 2.875 votosR$ 25,2
- Kiefer PPR$ 135 mil · 6.558 votosR$ 20,5
- Mêrla PTR$ 73 mil · 4.532 votosR$ 16,2
Votos por real
- 2016, prefeito: 40 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 14 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 18 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.