Pedrinho
Pedro Godinho da Silva · nasceu em 1951
Pedrinho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PSD (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 65 anos, até o fundamental, servidor público civil aposentado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006Deputado federal · Rio Grande do SulMDB 1599· centrosuplente21.854 votos; 56º mais votado de 279 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Pedrinho teve 21.854 votos para deputado federal, 0,4% dos votos válidos do estado: 56º lugar entre 279 candidatos.
Recebeu votos em 114 cidades. Pelotas deu 82,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Pedrinho declarou R$ 460,2 mil em bens, em reais de hoje: 5,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 75,5 mil acima da inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 5,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- PedrinhoR$ 460,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Pedrinho declarou ao TSE R$ 398 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 176 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pelotas (RS) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 24,3 mil65,1%
- PessoasR$ 13 mil34,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 31,5 mil84,4%
- TransporteR$ 3.4659,3%
- EscritórioR$ 1.9435,2%
- ServiçosR$ 3891%
- OutrosR$ 240,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Pelotas (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 29,7 por voto. Quem venceu, Daniel Da Tv, gastou R$ 8,05 por voto. O voto mais caro custou R$ 313; o mais barato, R$ 8,05.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Emar Cunha CIDADANIAR$ 47 mil · 151 votosR$ 313
- Lia Pinz CIDADANIAR$ 56 mil · 245 votosR$ 227
- Tony Sechi PSBR$ 72 mil · 1.383 votosR$ 51,9
- Sidnei Matias Fagundes-Sid PTR$ 80 mil · 1.759 votosR$ 45,8
- Marcus Cunha PDTR$ 87 mil · 2.648 votosR$ 33
- Marcola PTR$ 118 mil · 3.622 votosR$ 32,6
- Fabricio Tavares PSDR$ 76 mil · 2.576 votosR$ 29,7
- Salvador Ribeiro MDBR$ 52 mil · 2.024 votosR$ 25,8
- Tenente Bruno PTBR$ 57 mil · 2.318 votosR$ 24,6
- Anderson Garcia PTBR$ 49 mil · 3.277 votosR$ 15
- Waldomiro Lima REPUBLICANOSR$ 54 mil · 3.637 votosR$ 14,9
- Daniel Da Tv PSDBR$ 54 mil · 6.721 votosR$ 8,05
Votos por real
- 2016, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 124 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.