Apuração
Vereador · 2016 · PSD

Pedrinho

Pedro Godinho da Silva · nasceu em 1951

Pedrinho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,27← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2006MDB2008MDB2012PSD2016PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PSD (2012–2016).

Dep. federalVereadorPartidoMDBPSD2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 65 anos, até o fundamental, servidor público civil aposentado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Pelotas (RS)
    PSD 55699· direita
    suplente2.435 votos
  2. 2012
    Vereador · Pelotas (RS)
    PSD 55699· direita
    suplente2.065 votos
  3. 2008
    Vereador · Pelotas (RS)
    MDB 15699· centro
    eleito3.312 votos
  4. 2006
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    MDB 1599· centro
    suplente21.854 votos; 56º mais votado de 279 no estado
  5. 2004
    Vereador · Pelotas (RS)
    MDB 15699· centro
    eleito6.224 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Pedrinho teve 21.854 votos para deputado federal, 0,4% dos votos válidos do estado: 56º lugar entre 279 candidatos.

Recebeu votos em 114 cidades. Pelotas deu 82,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,4%.

21.854 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 21.854 votos.
  1. Pelotas (RS)18.100 votos82,8%
  2. Capão do Leão (RS)663 votos3%
  3. Rio Grande (RS)540 votos2,5%
  4. Canguçu (RS)266 votos1,2%
  5. Piratini (RS)257 votos1,2%
  6. Outras 99 cidades578 votos2,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Pedrinho declarou R$ 460,2 mil em bens, em reais de hoje: 5,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 75,5 mil acima da inflação.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 460,2 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 210.000 na declaração)

Declarou 5,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.

  • PedrinhoR$ 460,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 460,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Pedrinho declarou ao TSE R$ 398 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 176 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Pelotas (RS) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 37,3 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 37,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 24,3 mil65,1%
  2. PessoasR$ 13 mil34,9%

Para onde foi

R$ 37,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 84% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 37,3 mil.
  1. Material impressoR$ 31,5 mil84,4%
  2. TransporteR$ 3.4659,3%
  3. EscritórioR$ 1.9435,2%
  4. ServiçosR$ 3891%
  5. OutrosR$ 240,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Pelotas (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 29,7 por voto. Quem venceu, Daniel Da Tv, gastou R$ 8,05 por voto. O voto mais caro custou R$ 313; o mais barato, R$ 8,05.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 124 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.