Tenente Bruno
Aldo Bruno Ferreira Chiattone · nasceu em 1966
Tenente Bruno se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PT (2012), PTB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Tenente Bruno declarou R$ 138,1 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 8.716, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Tenente BrunoR$ 138,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Tenente Bruno declarou ao TSE R$ 151 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 75 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pelotas (RS) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 9.90952,5%
- PessoasR$ 5.30728,1%
- PartidoR$ 3.65119,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 10,5 mil93%
- TransporteR$ 7716,8%
- EscritórioR$ 250,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Pelotas (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 36,1 por voto. Quem venceu, Fernanda Miranda, gastou R$ 9,24 por voto. O voto mais caro custou R$ 85,4; o mais barato, R$ 9,24.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Salvador Ribeiro CIDADANIAR$ 65 mil · 761 votosR$ 85,4
- Jone Soares PSDBR$ 92 mil · 1.270 votosR$ 72,2
- Fabricio Tavares PPR$ 52 mil · 929 votosR$ 55,6
- Maurício Martins PSDBR$ 49 mil · 975 votosR$ 50,3
- Daiane Dias PLR$ 63 mil · 1.755 votosR$ 36,2
- Barriga PTBR$ 68 mil · 1.876 votosR$ 36,1
- Rafael Amaral PPR$ 67 mil · 1.980 votosR$ 34
- Anderson Garcia PTBR$ 66 mil · 2.044 votosR$ 32,5
- Miriam Marroni PTR$ 60 mil · 2.328 votosR$ 25,6
- Jurandir Silva PSOLR$ 55 mil · 3.645 votosR$ 15,2
- Fernanda Miranda PSOLR$ 45 mil · 4.899 votosR$ 9,24
Votos por real
- 2020, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.