Fabricio Tavares
Fabricio Ckless Tavares da Silva · nasceu em 1974
Fabricio Tavares se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PTB (2008–2010), PSD (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2010Deputado federal · Rio Grande do SulPTB 1400· centro-direitasuplente28.818 votos; 54º mais votado de 271 no estado
- 2008Vice-prefeito · Pelotas (RS)PTB 11· centro-direitaNa chapa de Fetterchapa eleita64.461 votos da chapa, 33,4%; 2º turno, 56,7%
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Fabricio Tavares teve 28.818 votos para deputado federal, 0,5% dos votos válidos do estado: 54º lugar entre 271 candidatos.
Recebeu votos em 214 cidades. Pelotas deu 74,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Fabricio Tavares declarou R$ 443,7 mil em bens, em reais de hoje: 7,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 530,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Fabricio TavaresR$ 443,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Fabricio Tavares declarou ao TSE R$ 821 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 684 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pelotas (RS) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 38,4 mil62,9%
- Fundo eleitoralR$ 21,2 mil34,8%
- Próprio bolsoR$ 1.4152,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 15,1 mil29,2%
- InternetR$ 13 mil25,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 10,5 mil20,4%
- PessoalR$ 6.93413,4%
- ServiçosR$ 4.1478%
- EventosR$ 1340,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Pelotas (RS), 2020
Fabricio Tavares: R$ 55,6 por voto (mediana da disputa, R$ 36,1). Quem venceu, Fernanda Miranda, gastou R$ 9,24 por voto. O voto mais caro custou R$ 85,4; o mais barato, R$ 9,24.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Fabricio Tavares. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Salvador Ribeiro CIDADANIAR$ 65 mil · 761 votosR$ 85,4
- Jone Soares PSDBR$ 92 mil · 1.270 votosR$ 72,2
- Fabricio Tavares PPR$ 52 mil · 929 votosR$ 55,6
- Maurício Martins PSDBR$ 49 mil · 975 votosR$ 50,3
- Daiane Dias PLR$ 63 mil · 1.755 votosR$ 36,2
- Barriga PTBR$ 68 mil · 1.876 votosR$ 36,1
- Rafael Amaral PPR$ 67 mil · 1.980 votosR$ 34
- Anderson Garcia PTBR$ 66 mil · 2.044 votosR$ 32,5
- Miriam Marroni PTR$ 60 mil · 2.328 votosR$ 25,6
- Jurandir Silva PSOLR$ 55 mil · 3.645 votosR$ 15,2
- Fernanda Miranda PSOLR$ 45 mil · 4.899 votosR$ 9,24
Votos por real
- 2020, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 42 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.