Carlos Gomes
Carlos Antonio Gomes · nasceu em 1942
Carlos Gomes disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Porto Alegre (RS)), pelo PHS: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 66 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Carlos Gomes declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2008.
- Carlos GomesR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 438,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 493,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Carlos Gomes declarou ao TSE R$ 7,2 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Prefeito · Porto Alegre (RS) · PHS · não eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 6.96196,8%
- PartidoR$ 1872,6%
- Próprio bolsoR$ 400,6%
Para onde foi
- EscritórioR$ 400,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Porto Alegre (RS), 2008
Carlos Gomes: R$ 2,82 por voto (mediana da disputa, R$ 20,2). Quem venceu, José Fogaça, gastou R$ 20,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 196; o mais barato, R$ 2,82.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Gomes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nelson Marchezan Junior PSDBR$ 4,4 milhões · 22.365 votosR$ 196
- Onyx DEMR$ 5,5 milhões · 38.803 votosR$ 142
- Manuela PC do BR$ 7 milhões · 121.232 votosR$ 58
- Maria Do Rosário PTR$ 9,7 milhões · 179.587 votosR$ 54,1
- José Fogaça MDBR$ 7 milhões · 346.427 votosR$ 20,2
- Carlos Gomes PHSR$ 35 mil · 2.548 votosR$ 13,7
- Luciana Genro PSOLR$ 872 mil · 72.863 votosR$ 12
- Carlos Gomes PHSR$ 7,2 mil · 2.548 votosR$ 2,82
Votos por real
- 2008, prefeito: 355 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.