Apuração
Governador · 2018 · PT

Paulo Rocha

Paulo Roberto Galvão da Rocha · nasceu em 1951

Paulo Rocha se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em 3. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Esquerda pelo voto; centro-esquerda pelo partido

As medidas vão de −0,56 a −0,39 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo partido ele aparece mais à direita.

Votou como o governo orientou em 67% das votações, e com a maioria do próprio partido em 100%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.

Pelo votoSenado 2019–2023−0,56Pelo partidoPT−0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
2002PT2006PT2010PT2014PT2018PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: senador, em 2014.

Sempre pelo PT.

GovernadorSenadorDep. federalPartidoPT’02’04’06’08’10’12’14’16’18
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: governador, 2018, não eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 67 anos, ensino médio, senador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Governador · Pará
    PT 13· esquerda
    não eleito652.923 votos, 17,1%
  2. 2014
    Senador · Pará
    PT 131· centro-esquerda
    eleito1.566.350 votos, 46,2%
  3. 2010
    Senador · Pará
    PT 131· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  4. 2006
    Deputado federal · Pará
    PT 1311· centro-esquerda
    eleito117.275 votos; 6º mais votado de 137 no estado
  5. 2002
    Deputado federal · Pará
    PT 1311· centro-esquerda
    eleito130.974 votos; 3º mais votado de 117 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Paulo Rocha teve 117.275 votos para deputado federal, 3,8% dos votos válidos do estado: 6º lugar entre 137 candidatos.

Recebeu votos em 143 cidades. Belém deu 15,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 62,1%.

117.275 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 117.275 votos.
  1. Belém (PA)17.982 votos15,3%
  2. Cametá (PA)11.015 votos9,4%
  3. Abaetetuba (PA)6.532 votos5,6%
  4. Santarém (PA)6.385 votos5,4%
  5. Igarapé-Miri (PA)4.882 votos4,2%
  6. Outras 128 cidades44.400 votos37,9%
As outras 1 eleições para deputado
130.974 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 130.974 votos.
  1. Belém (PA)42.736 votos32,6%
  2. Cametá (PA)8.091 votos6,2%
  3. Abaetetuba (PA)7.040 votos5,4%
  4. Ananindeua (PA)5.340 votos4,1%
  5. Santarém (PA)4.441 votos3,4%
  6. Outras 128 cidades39.521 votos30,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Paulo Rocha declarou R$ 393,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2018, o total caiu R$ 43,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 393,9 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 258.822 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a governador no Pará em 2018.

  • Paulo RochaR$ 393,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 393,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 393,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. Localizado a margem direita do Igarapé matupiriR$ 140 mil
    Terra nua
  2. Automóvel tucson gls modelo: BHW5B26FBGR$ 106,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Banco do BrasilR$ 81,3 mil
    Conta corrente no país
  4. Trator agrario 52304R$ 53,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Aplicaçao OuroCap mensal do Banco do BrasilR$ 8.909
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  6. Banco do Brasil CP ESTILO AG: 5977-3 CC: 268727-2R$ 4.036
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Paulo Rocha declarou ao TSE R$ 15,1 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para senador: R$ 6,3 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Governador · Pará · PT · não eleito

De onde veio

R$ 2,2 mi
85% veio de fundos públicos; 23 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2,2 mi.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Dos TrabalhadoresR$ 1,8 mi85,1%
  2. Pessoas23 pessoas, não nomeadasR$ 312,1 mil14,4%
  3. Fundo partidárioR$ 7.2830,3%
  4. VaquinhaR$ 3.8000,2%

Para onde foi

R$ 2,2 mi
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2,2 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 75,8 mil3,5%
  2. OutrosR$ 2.5260,1%

Quanto custou cada voto: governador, Pará, 2018

Paulo Rocha: R$ 3,35 por voto (mediana da disputa, R$ 3,35). Quem venceu, Helder, gastou R$ 4,65 por voto. O voto mais caro custou R$ 5,67; o mais barato, R$ 1,09.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Rocha. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, governador: 315 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2014, senador: 276 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 97 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 234 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.