Apuração
Vereador · 2016 · PDT

Paulo Pereira

Paulo Antonio Machado Pereira · nasceu em 1954

Paulo Pereira se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PDT2016PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PDT.

VereadorPartidoPDT20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Mostardas (RS)
    PDT 12612· centro-esquerda
    suplente
  2. 2008
    Vereador · Mostardas (RS)
    PDT 12000· centro-esquerda
    eleito343 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Paulo Pereira declarou R$ 282,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 50,1 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 282,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 174.000 na declaração)

Declarou 3,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Paulo PereiraR$ 282,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 282,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Automovel S10R$ 96,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Um terreno com 450R$ 81,2 mil
    Casa
  3. Um sitio com casa com 15 ha. na rst 101 km 115 em…R$ 73,1 mil
    Casa rural
  4. Automovel sandero renoultR$ 31,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Pereira declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 9,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Mostardas (RS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 9.040
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.040.
  1. Próprio bolsoR$ 8.09689,6%
  2. PessoasR$ 8109%
  3. PartidoR$ 1341,5%

Para onde foi

R$ 9.040
O maior gasto foi com serviços: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.040.
  1. ServiçosR$ 4.85853,7%
  2. Material impressoR$ 3.25536%
  3. TransporteR$ 5235,8%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 4054,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Mostardas (RS), 2016

Paulo Pereira: R$ 89,5 por voto (mediana da disputa, R$ 33,8). Quem venceu, Dangelo Motta, gastou R$ 12,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 413; o mais barato, R$ 12,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Pereira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.