Mão de Ferro
Paulo Sidirnei Medeiros da Silva · nasceu em 1956
Mão de Ferro se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PRONA (2002), PL (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, superior incompleto, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2002Deputado federal · Rio Grande do SulPRONA 5656· direita· na urna, Paulo Medeirosnão eleito5.498 votos; 109º mais votado de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Mão de Ferro teve 5.498 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 109º lugar entre 197 candidatos.
Recebeu votos em 436 cidades. Porto Alegre deu 14,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 41,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Mão de Ferro declarou R$ 470 mil em bens, em reais de hoje: 8,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 105,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 8,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Mão de FerroR$ 470 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 13 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- um apartamento localizado na Rua Gen. Lima e SilvaR$ 129,3 milApartamento
- um caminhão Volvo/VM 23240 6X2RR$ 71,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- uma casa de alvenariaR$ 64,6 milConstrução
- uma camioneta I/TOYOTA HILUX SW4 DR$ 60,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- uma casa de alvenaria na Rua Humberto de Alencar Castelo…R$ 57,5 milConstrução
- um automóvel GM PRISMAR$ 42,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- um terreno localizado na Rua Humberto de Alencar Castelo…R$ 14,4 milTerreno
- uma Moto Honda 150 BrossR$ 11,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- um Buggy GalgoR$ 7.182Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- um reboque REB/PIT SPORT RMB1R$ 7.182Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- um automóvel Santana GLSR$ 1.436Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- uma carta patente n. PI0403430-9R$ 1.006Direito de autor, de inventor e patente
- um automóvel GM/CHEVETTER$ 1.006Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Mão de Ferro declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Mostardas (RS) · PL · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 50268%
- EscritórioR$ 23632%
Quanto custou cada voto: vereador, Mostardas (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 31,7 por voto. Quem venceu, Dangelo Motta, gastou R$ 8,65 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.183; o mais barato, R$ 8,65.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marisa Medeiros PLR$ 4,7 mil · 4 votosR$ 1.183
- Graci Araujo MDBR$ 3,1 mil · 12 votosR$ 258
- Angélica Brasil MDBR$ 3,1 mil · 22 votosR$ 140
- Cecilia MDBR$ 3,9 mil · 39 votosR$ 100
- Enio Abreu PPR$ 3,9 mil · 60 votosR$ 65,8
- Gabriela PDTR$ 4,9 mil · 117 votosR$ 41,5
- Anete PDTR$ 3,3 mil · 103 votosR$ 31,7
- Junior Pereira PDTR$ 5,7 mil · 223 votosR$ 25,6
- Edinei Machado PPR$ 8,1 mil · 427 votosR$ 19
- Jorge Amaro PPR$ 7,4 mil · 397 votosR$ 18,6
- Mano Da Fruteira PSDBR$ 5,2 mil · 329 votosR$ 15,9
- Dangelo Motta PDTR$ 3,6 mil · 420 votosR$ 8,65
Votos por real
- 2020, vereador: 6 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 8,2 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 5,3 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 435 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.