Paulo Meireles
Paulo Antonio de Meireles · nasceu em 1951
Paulo Meireles se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em todas.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 57 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Paulo Meireles declarou R$ 106,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2008.
- Paulo MeirelesR$ 106,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 78,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Meireles declarou ao TSE R$ 7,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,2 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Jundiá (RN) · MDB · eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Diretório EstadualR$ 5.35586,6%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 5629,1%
- Próprio bolsoR$ 2684,3%
Para onde foi
- Transporte1 pessoas, não nomeadasR$ 3.48156,5%
- ServiçosTudo de Campos Consultoria SsR$ 1.95531,7%
- Outros2 pessoas, não nomeadasR$ 5629,1%
- EscritórioR$ 1662,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Jundiá (RN), 2008
Paulo Meireles: R$ 32,1 por voto (mediana da disputa, R$ 36,6). Quem venceu, Graça, gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 458; o mais barato, R$ 17,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Meireles. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Wellington Santos PHSR$ 4,6 mil · 10 votosR$ 458
- Jeane PDTR$ 12 mil · 69 votosR$ 176
- Raquel MDBR$ 6,1 mil · 38 votosR$ 159
- Ze Antonio PSCR$ 18 mil · 184 votosR$ 96,6
- Carlos MDBR$ 16 mil · 182 votosR$ 86,9
- Joaquim PSCR$ 5,5 mil · 124 votosR$ 44,7
- Damiao PSCR$ 3,8 mil · 103 votosR$ 36,6
- Paulo Meireles MDBR$ 6,2 mil · 192 votosR$ 32,1
- Aldo PDTR$ 3,9 mil · 180 votosR$ 21,8
- Romeika PTBR$ 3,2 mil · 159 votosR$ 20,2
- Dorinha PPR$ 2,9 mil · 154 votosR$ 18,6
- Graça MOBILIZAR$ 2,9 mil · 165 votosR$ 17,3
Votos por real
- 2008, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.