Apuração
Vereador · 2016 · PHS

Carlos

Carlos Alexandre da Silva · nasceu em 1978

Carlos se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2012MDB2016PHS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.

Passou por 2 partidos: MDB (2008–2012), PHS (2016).

VereadorPartidoMDBPHS20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Jundiá (RN)
    PHS 31111· centro-direita
    eleito270 votos
  2. 2012
    Vereador · Jundiá (RN)
    MDB 15555· centro-direita
    eleito296 votos
  3. 2008
    Vereador · Jundiá (RN)
    MDB 15555· centro
    eleito182 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Carlos declarou R$ 107,2 mil em bens, em reais de hoje: 5,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 26,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 107,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 66.000 na declaração)

Declarou 5,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.

  • CarlosR$ 107,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 107,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlos declarou ao TSE R$ 35 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 16 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Jundiá (RN) · PHS · eleito

De onde veio

R$ 9.340
0% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.340.
  1. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 5.99164,1%
  2. Próprio bolsoR$ 3.34935,9%

Para onde foi

R$ 9.340
O maior gasto foi com transporte: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.340. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços4 pessoas, não nomeadasR$ 2.59127,7%
  2. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 8108,7%
  3. Material impressoR$ 8068,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Jundiá (RN), 2016

Carlos: R$ 34,6 por voto (mediana da disputa, R$ 34,6). Quem venceu, Raniere, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 6.433; o mais barato, R$ 13,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Raimundinho PSDBR$ 6,4 mil · 1 votosR$ 6.433
  • Professora Mônica PSDR$ 3,5 mil · 4 votosR$ 882
  • Valdinho PSDBR$ 11 mil · 155 votosR$ 69,5
  • João Maria MDBR$ 14 mil · 304 votosR$ 46
  • Welliton PDTR$ 8,9 mil · 227 votosR$ 39,1
  • Marcelo Dos Pires MDBR$ 3,6 mil · 95 votosR$ 38
  • Carlos PHSR$ 9,3 mil · 270 votosR$ 34,6
  • Romeika SOLIDARIEDADER$ 6 mil · 181 votosR$ 32,9
  • Aecio PPR$ 6,4 mil · 211 votosR$ 30,5
  • Zé Edson MDBR$ 4,8 mil · 188 votosR$ 25,5
  • Joel PSDR$ 5,9 mil · 321 votosR$ 18,3
  • Raniere MDBR$ 4,1 mil · 298 votosR$ 13,8

Votos por real

  • 2016, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 32 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.