Paulo Joao Pacazza
nasceu em 1974
Paulo Joao Pacazza disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Santiago do Sul (SC)), pelo DEM: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 34 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte de carga. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Paulo Joao Pacazza declarou R$ 34,9 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 24% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.
- Paulo Joao PacazzaR$ 34,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Paulo Joao Pacazza declarou ao TSE R$ 2,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Santiago do Sul (SC) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.88865,6%
- PessoasR$ 66923,3%
- Outros candidatosR$ 32111,2%
Para onde foi
- OutrosR$ 99134,4%
- TransporteR$ 88930,9%
- Material impressoR$ 68323,7%
- EscritórioR$ 1826,3%
- ServiçosR$ 1344,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Santiago do Sul (SC), 2008
Paulo Joao Pacazza: R$ 52,3 por voto (mediana da disputa, R$ 57,2). Quem venceu, Ivanor Luis Camillo, gastou R$ 33,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.312; o mais barato, R$ 33,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Joao Pacazza. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edison Mattiello PDTR$ 2,6 mil · 2 votosR$ 1.312
- Sidnei Valcarenghi PPR$ 3,4 mil · 20 votosR$ 172
- Dionilda Salete Frigo Delai PTR$ 2,9 mil · 25 votosR$ 117
- Euderite Marmentini PPR$ 4 mil · 44 votosR$ 91,3
- Vanderci Antonio Pedrotti DEMR$ 3,9 mil · 57 votosR$ 68,3
- Lucia Bevilacqua MDBR$ 2,8 mil · 47 votosR$ 58,7
- Darci Antonio Bordignon MDBR$ 4,2 mil · 74 votosR$ 57,2
- Paulo Joao Pacazza DEMR$ 2,9 mil · 55 votosR$ 52,3
- Jorginho PTR$ 2,8 mil · 54 votosR$ 51,1
- Valmor Vanzin PPR$ 3,5 mil · 72 votosR$ 48,3
- Etelvino Jantsch PSDBR$ 2,6 mil · 75 votosR$ 35
- Ivanor Luis Camillo MDBR$ 3,7 mil · 111 votosR$ 33,3
Votos por real
- 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.