Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Ivanor Luis Camillo

nasceu em 1966

Ivanor Luis Camillo disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Santiago do Sul (SC)), pelo MDB: eleito.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 41 anos, ensino médio, comerciário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    MDB 15654· centro
    eleito111 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Ivanor Luis Camillo declarou R$ 576,8 mil em bens, em reais de hoje: 3,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 576,8 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 213.897 na declaração)

Declarou 3,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.

  • Ivanor Luis CamilloR$ 576,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 576,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Lote urbano lote 01 da quadra 24 com casa em alvenaria com…R$ 404,5 mil
    Imóveis
  2. Automovel vw/parati 1.6 ano/modelo 2007 placa MHQ9822R$ 94,4 mil
    Créditos e direitos
  3. Participação societária da mescla indústria e comércio de…R$ 34,5 mil
    Empresas e participações
  4. Cota capital ag. 2800 c/c 1678 -cresol santiago em…R$ 31 mil
    Dinheiro e aplicações
  5. Uma motoneta yamaha/neo AT115 ano/modelo 2005 placa MGO-4252R$ 10,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  6. Saldo em conta corrente ag 2800 c/c 1678 em 30/06/2008R$ 1.569
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Ivanor Luis Camillo declarou ao TSE R$ 3,7 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Santiago do Sul (SC) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 3.695
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.695.
  1. Próprio bolsoR$ 3.48194,2%
  2. Outros candidatosTudo de Luis Ferdinando PacazzaR$ 2145,8%

Para onde foi

R$ 3.695
O maior gasto foi com material impresso: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.695. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Evandro Carlos Perin - MeR$ 1.74047,1%
  2. TransporteTudo de Casanova, Lorenzetti E Cia LtdaR$ 53514,5%
  3. ServiçosR$ 1343,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Santiago do Sul (SC), 2008

Ivanor Luis Camillo: R$ 33,3 por voto (mediana da disputa, R$ 57,2). O voto mais caro custou R$ 1.312; o mais barato, R$ 33,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.