Pastor Adelar Bayer
Adelar Ivan Bayer · nasceu em 1962
Pastor Adelar Bayer se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PL (2002–2004), PTB (2006), PSB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2006Deputado estadual · Rio Grande do SulPTB 14100· centro-direita· na urna, Adelar Bayersuplente8.416 votos; 181º mais votado de 486 no estado
- 2004Vice-prefeito · Pelotas (RS)PL 13· direita· na urna, AdelarNa chapa de Marronichapa não eleita68.669 votos da chapa, 36,0%; 2º turno, 47,6%
- 2002Deputado federal · Rio Grande do SulPL 2223· direita· na urna, Adelar Bayersuplente15.151 votos; 76º mais votado de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Pastor Adelar Bayer teve 8.416 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 181º lugar entre 486 candidatos.
Recebeu votos em 191 cidades. Porto Alegre deu 17,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 57,3%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pastor Adelar Bayer declarou R$ 331,4 mil em bens, em reais de hoje: 4,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 283,7 mil acima da inflação.
Declarou 4,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Pastor Adelar BayerR$ 331,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pastor Adelar Bayer declarou ao TSE R$ 86 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 57 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pelotas (RS) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 9.79692,4%
- Próprio bolsoR$ 8107,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 6.12157,7%
- PessoalR$ 2.42922,9%
- Material impressoR$ 1.73316,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3243,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Pelotas (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 29,7 por voto. Quem venceu, Daniel Da Tv, gastou R$ 8,05 por voto. O voto mais caro custou R$ 313; o mais barato, R$ 8,05.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Emar Cunha CIDADANIAR$ 47 mil · 151 votosR$ 313
- Lia Pinz CIDADANIAR$ 56 mil · 245 votosR$ 227
- Tony Sechi PSBR$ 72 mil · 1.383 votosR$ 51,9
- Sidnei Matias Fagundes-Sid PTR$ 80 mil · 1.759 votosR$ 45,8
- Marcus Cunha PDTR$ 87 mil · 2.648 votosR$ 33
- Marcola PTR$ 118 mil · 3.622 votosR$ 32,6
- Fabricio Tavares PSDR$ 76 mil · 2.576 votosR$ 29,7
- Salvador Ribeiro MDBR$ 52 mil · 2.024 votosR$ 25,8
- Tenente Bruno PTBR$ 57 mil · 2.318 votosR$ 24,6
- Anderson Garcia PTBR$ 49 mil · 3.277 votosR$ 15
- Waldomiro Lima REPUBLICANOSR$ 54 mil · 3.637 votosR$ 14,9
- Daniel Da Tv PSDBR$ 54 mil · 6.721 votosR$ 8,05
Votos por real
- 2016, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 147 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 845 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.