Apuração
Vice-prefeito · 2016 · PCB

Pablo Lima

Pablo Luiz de Oliveira Lima · nasceu em 1978

Pablo Lima se candidatou em 2 eleições, de 2014 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPCB−0,82← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2014PCB2016PCB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PCB.

SenadorVice-prefeitoPartidoPCB20142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vice-prefeito · Belo Horizonte (MG)
    PCB 50· esquerda
    chapa não eleita48.715 votos da chapa, 4,1%
  2. 2014
    Senador · Minas Gerais
    PCB 210· esquerda
    não eleito20.183 votos, 0,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Pablo Lima declarou R$ 804,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2014 e 2016, o total subiu R$ 607,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 804,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 494.981 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 804,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Apto. financiado caixa economica federal por 30 anosR$ 731,1 mil
    Apartamento
  2. Poupança banco do brasilR$ 37,3 mil
    Caderneta de poupança
  3. Volkswagen voyage 2009 1.0R$ 34,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Ações petrobrasR$ 1.625
    Ações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Pablo Lima declarou ao TSE R$ 6,4 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Senador · Minas Gerais · PCB · não eleito

De onde veio

R$ 6.394
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.394.
  1. Próprio bolsoR$ 3.55255,6%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 2.84244,4%

Para onde foi

R$ 5.852
O maior gasto foi com material impresso: 82% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.852. Toque numa parte para abrir.

Quanto custou cada voto: senador, Minas Gerais, 2014

Pablo Lima: R$ 0,29 por voto (mediana da disputa, R$ 0,37). Quem venceu, Antonio Anastasia, gastou R$ 6,80 por voto. O voto mais caro custou R$ 15; o mais barato, R$ 0,13.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pablo Lima. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, senador: 3.448 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.