Apuração
Senadora · 2014 · PSB

Margarida Vieira

Margarida Luiza de Matos Vieira · nasceu em 1948

Margarida Vieira se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSB2006PV2014PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSB (2002), PV (2006), PSB (2014).

GovernadoraSenadoraDep. estadualPartidoPSBPVPSB2002200420062008201020122014
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senadora, 2014, não eleita.

Declarou ao TSE em 2014: 65 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Senadora · Minas Gerais
    PSB 400· centro-esquerda
    não eleita192.649 votos, 2,1%
  2. 2006
    Deputada estadual · Minas Gerais
    PV 43789· centro-esquerda
    suplente5.789 votos; 245º mais votada de 852 no estado
  3. 2002
    Governadora · Minas Gerais
    PSB 40· centro-esquerda
    não eleita418.803 votos, 4,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Margarida Vieira teve 5.789 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 245º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 171 cidades. Pedro Leopoldo deu 37,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,0%.

5.789 votos
votos para deputada estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 5.789 votos.
  1. Pedro Leopoldo (MG)2.170 votos37,5%
  2. Belo Horizonte (MG)1.973 votos34,1%
  3. Governador Valadares (MG)236 votos4,1%
  4. João Monlevade (MG)208 votos3,6%
  5. Contagem (MG)125 votos2,2%
  6. Outras 156 cidades639 votos11%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Margarida Vieira declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 5,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2014, o total subiu R$ 1 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,8 mi
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 911.449 na declaração)

Declarou 5,6 vezes a mediana dos candidatos a senador em Minas Gerais em 2014.

  • Margarida VieiraR$ 1,8 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 316,1 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,8 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. Casa residencialR$ 1,6 mi
    Casa
  2. Veiculo volkswagen fox 2014R$ 73,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Peugeot 207 2011R$ 62,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Poupanca ouro branco do brasilR$ 46 mil
    Poupança para construção ou aquisição de bem imóvel
  5. Conta corrente banco do brasil com investimento automatico…R$ 23,3 mil
    Conta corrente no país
  6. OurocapR$ 6.205
    Outros fundos
  7. CDB diR$ 4.943
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Margarida Vieira declarou ao TSE R$ 426 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputada estadual: R$ 163 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Senadora · Minas Gerais · PSB · não eleita

De onde veio

R$ 128,4 mil
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 128,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros candidatosR$ 2.0161,6%
  2. Próprio bolsoR$ 1.5361,2%

Para onde foi

R$ 70,4 mil
O maior gasto foi com repasses: 41% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 70,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. RepassesTudo de Eleicao 2014 Sandro Lucio De Souza Coelho Deputado FederalR$ 28,8 mil40,9%
  2. Pessoal17 pessoas, não nomeadasR$ 21 mil29,9%
  3. EventosR$ 8< 0,1%

Quanto custou cada voto: senadora, Minas Gerais, 2014

Margarida Vieira: R$ 0,37 por voto (mediana da disputa, R$ 0,37). Quem venceu, Antonio Anastasia, gastou R$ 6,80 por voto. O voto mais caro custou R$ 15; o mais barato, R$ 0,13.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Margarida Vieira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, senadora: 4.627 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2006, deputada estadual: 37 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
  • 2002, governadora: 3.095 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.