Apuração
Deputado estadual · 2018 · PT

Radialista Daniel Alves

Daniel Alves Bicalho · nasceu em 1969

Radialista Daniel Alves se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSB2012PT2016PT2018PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSB (2002), PT (2012–2018).

Dep. estadualVereadorPartidoPSBPT’02’04’06’08’10’12’14’16’18
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 49 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PT 13789· esquerda
    suplente497 votos; 172º mais votado de 322 no estado
  2. 2016
    PT 13013· centro-esquerda
    suplente
  3. 2012
    PT 13013· centro-esquerda
    suplente
  4. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    PSB 40440· centro-esquerda· na urna, O Radialista Daniel Alves
    suplente1.754 votos; 723º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Radialista Daniel Alves teve 497 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 172º lugar entre 322 candidatos.

Recebeu votos em 26 cidades. Nova Andradina deu 80,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,8%.

497 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 497 votos.
  1. Nova Andradina (MS)398 votos80,1%
  2. Campo Grande (MS)18 votos3,6%
  3. Batayporã (MS)14 votos2,8%
  4. Ivinhema (MS)11 votos2,2%
  5. Taquarussu (MS)10 votos2%
  6. Outras 11 cidades11 votos2,2%
As outras 1 eleições para deputado
1.754 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.754 votos.
  1. Presidente Prudente (SP)373 votos21,3%
  2. Álvares Machado (SP)322 votos18,4%
  3. Taciba (SP)293 votos16,7%
  4. Martinópolis (SP)161 votos9,2%
  5. Rancharia (SP)103 votos5,9%
  6. Outras 108 cidades191 votos10,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Radialista Daniel Alves declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 18 mil, 90% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Mato Grosso do Sul · PT · suplente

De onde veio

R$ 18,1 mil
90% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Para onde foi

R$ 7.437
O maior gasto foi com material impresso: 67% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.437. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosTudo de Conceito Contabilidade LtdaR$ 2.41132,4%
  2. EscritórioR$ 200,3%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 28,4 por voto. Quem venceu, Pedro Kemp, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.334; o mais barato, R$ 13,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 67 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.