Apuração
Deputado federal · 2022 · PSD

Léo Matos

Leandro Peres de Matos · nasceu em 1975

Léo Matos se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,14← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PV2012PV2016PSD2018PSD2020PSB2022PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.

Passou por 4 partidos: PDT (2004), PV (2008–2012), PSD (2016–2018), PSB (2020), PSD (2022).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPDTPVPSDPSBPSD’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, não eleito.

Declarou ao TSE em 2022: 46 anos, superior completo, empresário, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado federal · Mato Grosso do Sul
    PSD 5588· centro-direita
    não eleito2.321 votos; 70º mais votado de 148 no estado
  2. 2020
    Vice-prefeito · Naviraí (MS)
    PSB 55· centro-esquerda· na urna, Leo Matos
    chapa não eleita3.486 votos da chapa, 14,3%
  3. 2018
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PSD 55777· direita
    suplente7.245 votos; 47º mais votado de 322 no estado
  4. 2016
    Prefeito · Naviraí (MS)
    PSD 55· direita
    não eleito5.984 votos, 23,8%
  5. 2012
    Prefeito · Naviraí (MS)
    PV 43· centro-esquerda
    eleito14.114 votos, 53,5%
  6. 2008
    Vereador · Naviraí (MS)
    PV 43123· centro-esquerda
    eleito812 votos
  7. 2004
    Vereador · Naviraí (MS)
    PDT 12312· centro-esquerda· na urna, Leo Matos
    suplente631 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Léo Matos teve 2.321 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 70º lugar entre 148 candidatos.

Recebeu votos em 53 cidades. Naviraí deu 49,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,3%.

2.321 votos
votos para deputado federal em 2022
Cada quadrado é 1% de 2.321 votos.
  1. Naviraí (MS)1.142 votos49,2%
  2. Campo Grande (MS)504 votos21,7%
  3. Mundo Novo (MS)141 votos6,1%
  4. Eldorado (MS)111 votos4,8%
  5. Itaquiraí (MS)66 votos2,8%
  6. Outras 38 cidades132 votos5,7%
As outras 1 eleições para deputado
7.245 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 7.245 votos.
  1. Naviraí (MS)2.979 votos41,1%
  2. Campo Grande (MS)2.276 votos31,4%
  3. Dourados (MS)312 votos4,3%
  4. Amambai (MS)223 votos3,1%
  5. Costa Rica (MS)175 votos2,4%
  6. Outras 53 cidades516 votos7,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Léo Matos declarou R$ 113,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2022, o total subiu R$ 72,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 113,2 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 94.000 na declaração)

Declarou 54% da mediana dos candidatos a deputado federal em Mato Grosso do Sul em 2022.

  • Léo MatosR$ 113,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 209 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 3,3 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 113,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Léo Matos declarou ao TSE R$ 2,1 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 825 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado federal · Mato Grosso do Sul · PSD · não eleito

De onde veio

R$ 180,2 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 180,9 mil
O maior gasto foi com pessoal: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 180,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. RepassesTudo de Eleicao 2022 Murilo Peres De Matos Deputado EstadualR$ 43,8 mil24,2%
  2. InternetR$ 6.0053,3%
  3. ServiçosR$ 6.0053,3%
  4. EscritórioR$ 50< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Mato Grosso do Sul, 2022

Mediana da disputa: R$ 75,7 por voto. Quem venceu, Marcos Pollon, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 783; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado federal: 17 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 17 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 11 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 17 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.