Juliano Borges
Juliano Camilo Borges · nasceu em 1982
Juliano Borges se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSDB (2008), PSC (2016), PODE (2018–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 38 anos, superior completo, administrador, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2018, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · São PauloPODE 1955· direitasuplente3.873 votos; 437º mais votado de 1.483 no estado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Juliano Borges teve 3.873 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 437º lugar entre 1.483 candidatos.
Recebeu votos em 149 cidades. Presidente Prudente deu 34,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 80,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Juliano Borges declarou R$ 86,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 71,6 mil acima da inflação.
Declarou 25% da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.
- Juliano BorgesR$ 86,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Juliano Borges declarou ao TSE R$ 141 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 59 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Presidente Prudente (SP) · PODE · não eleito
De onde veio
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 45,3 mil76,5%
- Próprio bolsoR$ 13,9 mil23,5%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoTudo de Rubens Nakatu Junior 32740524854R$ 30,8 mil32,7%
- ServiçosTudo de Volpi Contabilidade S/S LtdaR$ 8.4919%
- OutrosR$ 4.6705%
- EscritórioR$ 2860,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Presidente Prudente (SP), 2020
Juliano Borges: R$ 34 por voto (mediana da disputa, R$ 29,6). Quem venceu, Ed Thomas, gastou R$ 16,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 536; o mais barato, R$ 6,65.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Juliano Borges. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- José Lemes PDTR$ 751 mil · 1.400 votosR$ 536
- João Figueira PRTBR$ 247 mil · 858 votosR$ 288
- Nelson Bugalho PSDBR$ 963 mil · 9.142 votosR$ 105
- Paulo Lima PSDR$ 929 mil · 12.545 votosR$ 74
- Juliano Borges PODER$ 94 mil · 2.770 votosR$ 34
- Luís Valente PTR$ 125 mil · 3.984 votosR$ 31,5
- Marcos Lucas AVANTER$ 128 mil · 4.322 votosR$ 29,6
- Guilherme Piai PSLR$ 254 mil · 10.283 votosR$ 24,7
- Fabio Sato MDBR$ 376 mil · 17.241 votosR$ 21,8
- Ed Thomas PSBR$ 612 mil · 37.304 votosR$ 16,4
- Engenheiro Laercio DEMR$ 72 mil · 5.163 votosR$ 13,9
- Major Glauco AGIRR$ 24 mil · 3.666 votosR$ 6,65
Votos por real
- 2020, prefeito: 29 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 101 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.