Nelson Borges
Nelson Luis Borges de Barros · nasceu em 1963
Nelson Borges se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.
Declarou ao TSE em 2004: 41 anos, superior completo, agronomo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
- 2002Deputado estadual · Mato GrossoPT 13513· centro-esquerdasuplente3.047 votos; 75º mais votado de 240 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Nelson Borges teve 3.047 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 75º lugar entre 240 candidatos.
Recebeu votos em 75 cidades. Cuiabá deu 52,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Nelson Borges declarou ao TSE R$ 211 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 153 mil.
Campanha a campanha
2004 · Vereador · Cuiabá (MT) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 99,1 mil64,8%
- Próprio bolsoR$ 21,6 mil14,1%
- Outros candidatosR$ 17,9 mil11,7%
- EmpresasR$ 14,3 mil9,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 114,5 mil62,3%
- EscritórioR$ 25,2 mil13,7%
- ServiçosR$ 19,7 mil10,7%
- EventosR$ 14,3 mil7,8%
- TransporteR$ 5.6043%
- OutrosR$ 3.1021,7%
- PessoalR$ 1.4820,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Cuiabá (MT), 2004
Nelson Borges: R$ 109 por voto (mediana da disputa, R$ 68,6). Quem venceu, Walter Rabello, gastou R$ 30,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 202; o mais barato, R$ 30,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nelson Borges. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mario Lucio PVR$ 505 mil · 2.498 votosR$ 202
- Marcus Fabrício PPR$ 502 mil · 4.333 votosR$ 116
- Nelson Borges PTR$ 184 mil · 1.684 votosR$ 109
- Ediva Alves PSDBR$ 340 mil · 3.311 votosR$ 103
- Guilherme Maluf DEMR$ 325 mil · 4.499 votosR$ 72,3
- Edmilson Prates PPR$ 246 mil · 3.501 votosR$ 70,3
- Perminio Pinto Filho PSDBR$ 235 mil · 3.427 votosR$ 68,6
- Benedito Cesarino PSDBR$ 192 mil · 2.883 votosR$ 66,4
- Lutero Ponce PPR$ 231 mil · 3.520 votosR$ 65,7
- Luiz Marinho DEMR$ 265 mil · 5.531 votosR$ 48
- Chica Nunes PSDBR$ 190 mil · 4.247 votosR$ 44,6
- Walter Rabello MDBR$ 262 mil · 8.683 votosR$ 30,1
Votos por real
- 2004, vereador: 9,2 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 53 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.