Edmilson Prates
Edmilson Ciro Gonçalves Prates · nasceu em 1973
Edmilson Prates se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PTB (2002), PP (2004), MDB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 35 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Mato GrossoPTB 14789· centro-direitasuplente7.347 votos; 54º mais votado de 240 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Edmilson Prates teve 7.347 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 54º lugar entre 240 candidatos.
Recebeu votos em 87 cidades. Cuiabá deu 50,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Edmilson Prates declarou R$ 337 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.
Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2008.
- Edmilson PratesR$ 337 mil
- Mediana dos candidatosR$ 99,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 169,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Edmilson Prates declarou ao TSE R$ 767 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 400 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Cuiabá (MT) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 58,9 mil48,8%
- PartidoR$ 32,3 mil26,8%
- Próprio bolsoR$ 29,5 mil24,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 57,5 mil47,7%
- OutrosR$ 32,3 mil26,8%
- Material impressoR$ 21,3 mil17,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5.7564,8%
- EscritórioR$ 3.7223,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Cuiabá (MT), 2008
Mediana da disputa: R$ 86 por voto. Quem venceu, Domingos Sávio, gastou R$ 57,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 142; o mais barato, R$ 57,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tiago Nunes PSDBR$ 356 mil · 2.511 votosR$ 142
- Onofre Junior PSDBR$ 280 mil · 2.216 votosR$ 126
- Mário Lúcio MDBR$ 312 mil · 2.672 votosR$ 117
- Lutero Ponce MDBR$ 556 mil · 5.105 votosR$ 109
- Ralf Leite PRTBR$ 288 mil · 3.115 votosR$ 92,5
- Juca Do Guarana PPR$ 231 mil · 2.658 votosR$ 86,8
- Ediva Alves PSDBR$ 420 mil · 4.882 votosR$ 86
- Ivan Evangelista CIDADANIAR$ 344 mil · 4.145 votosR$ 83
- Francisco Vuolo PLR$ 376 mil · 5.055 votosR$ 74,3
- Toninho De Souza PDTR$ 223 mil · 3.093 votosR$ 72,3
- Chico 2000 PLR$ 277 mil · 4.564 votosR$ 60,7
- Domingos Sávio MDBR$ 221 mil · 3.879 votosR$ 57,1
Votos por real
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 18 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.