Apuração
Vereadora · 2020 · PDT

Neli Facincani

nasceu em 1977

Neli Facincani se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,08← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2012MDB2016PDT2020PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2020.

Passou por 3 partidos: PL (2004), MDB (2012), PDT (2016–2020).

VereadoraPartidoPLMDBPDT’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, superior completo, agente administrativo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereadora · Angélica (MS)
    PDT 12222· centro-esquerda
    eleita364 votos
  2. 2016
    Vereadora · Angélica (MS)
    PDT 12222· centro-esquerda
    suplente228 votos
  3. 2012
    Vereadora · Angélica (MS)
    MDB 15555· centro-direita· na urna, Professora Neli
    suplente266 votos
  4. 2004
    Vereadora · Angélica (MS)
    PL 22580· direita· na urna, Neli
    suplente100 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Neli Facincani declarou R$ 43,1 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 23,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 43,1 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.000 na declaração)

Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.

  • Neli FacincaniR$ 43,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 43,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Neli Facincani declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 5,4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereadora · Angélica (MS) · PDT · eleita

De onde veio

R$ 1.911
74% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.911.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Joao Donizeti Cassuci PrefeitoR$ 1.41574,1%
  2. Próprio bolsoR$ 49525,9%

Para onde foi

R$ 1.911
O maior gasto foi com pessoal: 67% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.911.
  1. Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 1.27466,7%
  2. TransporteTudo de Espolio De Jaconias Viana DutraR$ 42522,2%
  3. OutrosTudo de Partido Democratico TrabalhistaR$ 21211,1%

Quanto custou cada voto: vereadora, Angélica (MS), 2020

Mediana da disputa: R$ 29,5 por voto. Quem venceu, Alex Rodinha, gastou R$ 9,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 261; o mais barato, R$ 9,07.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Sandra Da Saúde PSDBR$ 8,3 mil · 32 votosR$ 261
  • Vitão DEMR$ 3,5 mil · 35 votosR$ 101
  • João Da Ambulância PSDBR$ 5,1 mil · 104 votosR$ 49
  • Dello MDBR$ 5,7 mil · 151 votosR$ 37,5
  • Prof. Milton Damaceno MDBR$ 9,7 mil · 280 votosR$ 34,5
  • Adaozinho MDBR$ 7,2 mil · 209 votosR$ 34,3
  • Marildo Dezotti MDBR$ 4,9 mil · 166 votosR$ 29,5
  • Adriano Lissoni PTBR$ 3,2 mil · 142 votosR$ 22,4
  • Arlan Cassuci PDTR$ 4,6 mil · 224 votosR$ 20,5
  • Almir Fagundes DEMR$ 3,4 mil · 226 votosR$ 15,2
  • Boquinha PSDBR$ 5,5 mil · 404 votosR$ 13,7
  • Alex Rodinha PSDBR$ 3,5 mil · 390 votosR$ 9,07

Votos por real

  • 2020, vereadora: 191 votos por R$ 1.000, 6,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereadora: 52 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereadora: 49 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereadora: 47 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.