Nathan Brito
Nathan Passos Brito · nasceu em 1955
Nathan Brito se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 4.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: PSC (2004–2012), PDT (2016), PSD (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 68 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Ribeira do Pombal (BA)PSD 15· centro-direitaNa chapa de Eriksson Silvachapa eleita25.856 votos da chapa, 74,9%
- 2020Vice-prefeito · Ribeira do Pombal (BA)PSD 55· direitaNa chapa de Eriksson Silvachapa eleita16.486 votos da chapa, 52,6%
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Nathan Brito declarou R$ 324,9 mil em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 109,2 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Nathan BritoR$ 324,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Nathan Brito declarou ao TSE R$ 111 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 37 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Ribeira do Pombal (BA) · PDT · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 13,7 mil69%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 6.15331%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo2 pessoas, não nomeadasR$ 2.36411,9%
- ServiçosR$ 7123,6%
- EscritórioR$ 190,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Ribeira do Pombal (BA), 2016
Nathan Brito: R$ 11,1 por voto (mediana da disputa, R$ 10,2). Quem venceu, Marcelo Brito, gastou R$ 5,11 por voto. O voto mais caro custou R$ 28,5; o mais barato, R$ 5,11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nathan Brito. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alessandro De Dadá PPR$ 20 mil · 717 votosR$ 28,5
- Sergio Da Oficina PPR$ 27 mil · 1.019 votosR$ 26,5
- Marcelo Silva REDER$ 13 mil · 662 votosR$ 20,4
- Irmão Ezequias PSDR$ 13 mil · 1.005 votosR$ 12,8
- Nathan Brito PDTR$ 20 mil · 1.797 votosR$ 11,1
- Peu Do Gado PSDBR$ 15 mil · 1.376 votosR$ 10,7
- Bebeto PSDR$ 19 mil · 1.870 votosR$ 10,2
- Fabio De Nadja PSDR$ 17 mil · 1.919 votosR$ 9,06
- Elias Brasil PSDR$ 11 mil · 1.227 votosR$ 8,95
- Miranda PSDR$ 12 mil · 1.541 votosR$ 7,98
- Zé Valdo PSDR$ 13 mil · 2.050 votosR$ 6,31
- Marcelo Brito PVR$ 10 mil · 1.986 votosR$ 5,11
Votos por real
- 2016, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 39 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.