Alessandro de Dadá
Alessandro de Melo Gomes Calasans · nasceu em 1978
Alessandro de Dadá se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2020.
Passou por 2 partidos: PSB (2012), PP (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, superior completo, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Alessandro de Dadá declarou R$ 70,7 mil em bens, em reais de hoje: 5,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 5,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Alessandro de DadáR$ 70,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Alessandro de Dadá declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 21 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ribeira do Pombal (BA) · PP · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 4.93987,5%
- Próprio bolsoR$ 70812,5%
Para onde foi
- Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 70816,7%
- PessoalR$ 210,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Ribeira do Pombal (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 20,1 por voto. Quem venceu, Toninho, gastou R$ 9,85 por voto. O voto mais caro custou R$ 664; o mais barato, R$ 9,00.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joelma PLR$ 14 mil · 21 votosR$ 664
- Edvan Da Honda PLR$ 27 mil · 90 votosR$ 300
- Genivaldo Do Alexandrino PLR$ 15 mil · 167 votosR$ 90,6
- Diogo Rodrigues PLR$ 11 mil · 187 votosR$ 60,9
- Erivan Romão PLR$ 9,2 mil · 162 votosR$ 57
- Rildo Do Hospital PLR$ 9,1 mil · 179 votosR$ 50,6
- Ze Valdo PSDR$ 14 mil · 703 votosR$ 20,1
- Ataide Cigano PLR$ 28 mil · 1.970 votosR$ 14
- Miranda PSDR$ 13 mil · 1.155 votosR$ 11,1
- Bebeto PSDR$ 17 mil · 1.516 votosR$ 11,1
- Toninho PPR$ 12 mil · 1.236 votosR$ 9,85
- Nadja Do Hospital DEMOCRATAR$ 10 mil · 1.152 votosR$ 9,00
Votos por real
- 2020, vereador: 180 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 457 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.