Apuração
Vereador · 2004 · PDT

Muk

Antonio Muknicka · nasceu em 1938

Muk se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PDT2004PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PDT.

Dep. estadualVereadorPartidoPDT20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 66 anos, ensino médio, corretor de imoveis, seguros, titulos e valores. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereador · Piedade (SP)
    PDT 12345· centro-esquerda
    não eleito386 votos
  2. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    PDT 12023· centro-esquerda
    suplente1.568 votos; 753º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Muk teve 1.568 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 753º lugar entre 1.424 candidatos.

Recebeu votos em 62 cidades. Piedade deu 71,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,8%.

1.568 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.568 votos.
  1. Piedade (SP)1.124 votos71,7%
  2. São Paulo (SP)148 votos9,4%
  3. Tapiraí (SP)51 votos3,3%
  4. Ibiúna (SP)36 votos2,3%
  5. Itapevi (SP)34 votos2,2%
  6. Outras 47 cidades82 votos5,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Muk declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 20 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Piedade (SP) · PDT · não eleito

De onde veio

R$ 16,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 16,1 mil99%
  2. Outros candidatosR$ 1631%

Para onde foi

R$ 16,3 mil
O maior gasto foi com transporte: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,3 mil.
  1. TransporteR$ 7.50646,1%
  2. Material impressoR$ 7.24944,5%
  3. ServiçosR$ 1.3688,4%
  4. EventosR$ 910,6%
  5. EscritórioR$ 750,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Piedade (SP), 2004

Muk: R$ 42,2 por voto (mediana da disputa, R$ 17,8). Quem venceu, Dr. Claudio Pereira, gastou R$ 9,65 por voto. O voto mais caro custou R$ 118; o mais barato, R$ 9,65.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Muk. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 79 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.