Rud
Rodolfo Sarabó · nasceu em 1967
Rud se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PTB (2002), PSB (2004), MDB (2008), CIDADANIA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008Vice-prefeito · Piedade (SP)MDB 25· centro· na urna, RudeNa chapa de Joel de Oliveira (deca)chapa não eleita1.193 votos da chapa, 4,5%
- 2004
- 2002Deputado estadual · São PauloPTB 14678· centro-direita· na urna, Rudesuplente1.163 votos; 845º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Rud teve 1.163 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 845º lugar entre 1.424 candidatos.
Recebeu votos em 33 cidades. Piedade deu 81,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Rud declarou R$ 695,4 mil em bens, em reais de hoje: 30 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 344,8 mil acima da inflação.
Declarou 30 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- RudR$ 695,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Rud declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Piedade (SP) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 33234%
- PessoasR$ 32433,2%
- PartidoR$ 32132,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 64466,3%
- ServiçosR$ 32433,3%
- EscritórioR$ 30,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Piedade (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 31 por voto. Quem venceu, Marly Godinho, gastou R$ 8,72 por voto. O voto mais caro custou R$ 425; o mais barato, R$ 8,72.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jose Ribeiro PTR$ 9,8 mil · 23 votosR$ 425
- Melo Taxi PODER$ 7,9 mil · 66 votosR$ 120
- Marinho PSDBR$ 12 mil · 104 votosR$ 119
- Bruninho PTR$ 8,5 mil · 112 votosR$ 75,7
- Maurinho PTR$ 16 mil · 367 votosR$ 43,7
- Ney Domingues PTR$ 9,7 mil · 277 votosR$ 35
- Clebinho PODER$ 8,2 mil · 264 votosR$ 31
- Jorginho Biscaia PODER$ 8,8 mil · 363 votosR$ 24,3
- Dr. Daniel PSBR$ 13 mil · 546 votosR$ 23,1
- Camarão PSDR$ 9,4 mil · 710 votosR$ 13,2
- Alex Silva PTBR$ 10 mil · 775 votosR$ 12,9
- Marly Godinho PSBR$ 8 mil · 912 votosR$ 8,72
Votos por real
- 2016, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 8,4 votos por R$ 1.000, 10% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 77 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.