Apuração
Prefeito · 2008 · PSDB

Miltão

Francisco Milton Rodrigues · nasceu em 1938

Miltão se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2006AVANTE2008PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PP (2004), AVANTE (2006), PSDB (2008).

Dep. estadualPrefeitoPartidoPPAVANTEPSDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 70 anos, até o fundamental, militar reformado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Oiapoque (AP)
    PSDB 45· centro-direita
    não eleito1.783 votos, 19,5%
  2. 2006
    Deputado estadual · Amapá
    AVANTE 70222· centro-direita· na urna, Milton
    suplente1.450 votos; 55º mais votado de 223 no estado
  3. 2004
    Prefeito · Oiapoque (AP)
    PP 11· direita· na urna, Milton
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Miltão teve 1.450 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 55º lugar entre 223 candidatos.

Recebeu votos em 10 cidades. Oiapoque deu 69,4% deles.

1.450 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.450 votos.
  1. Oiapoque (AP)1.007 votos69,4%
  2. Macapá (AP)396 votos27,3%
  3. Santana (AP)18 votos1,2%
  4. Amapá (AP)13 votos0,9%
  5. Tartarugalzinho (AP)5 votos0,3%
  6. Calçoene (AP)1 voto0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Miltão declarou ao TSE R$ 92 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 46 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · Amapá · AVANTE · suplente

De onde veio

R$ 46 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 46 mil
O maior gasto foi com material impresso: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 46 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 3.9758,6%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Amapá, 2006

Mediana da disputa: R$ 38,8 por voto. Quem venceu, Kaká, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 94; o mais barato, R$ 16,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 32 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.