Apuração
Vereador · 2016 · PSD

Miguel Chokailo Neto

nasceu em 1962

Miguel Chokailo Neto se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2016PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PP (2004), PSD (2016).

VereadorPartidoPPPSD2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, ensino médio, policial militar, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Porto União (SC)
    PSD 55000· direita
    suplente448 votos
  2. 2004
    Vereador · Porto União (SC)
    PP 11660· direita· na urna, Capitão Miguel
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Miguel Chokailo Neto declarou R$ 213,7 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 213,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 131.560 na declaração)

Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.

  • Miguel Chokailo NetoR$ 213,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 213,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Miguel Chokailo Neto declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, em reais de hoje, 2,8% de dinheiro público.

2016 · Vereador · Porto União (SC) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 13,5 mil
2,8% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,5 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 13,1 mil97,2%
  2. Outros candidatosR$ 3762,8%

Para onde foi

R$ 13,5 mil
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,5 mil.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 8.70364,7%
  2. TransporteR$ 3.95929,4%
  3. ServiçosR$ 3762,8%
  4. Material impressoR$ 2591,9%
  5. EscritórioR$ 1571,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Porto União (SC), 2016

Miguel Chokailo Neto: R$ 30 por voto (mediana da disputa, R$ 28,7). Quem venceu, Pasqualin, gastou R$ 15,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 185; o mais barato, R$ 15,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Miguel Chokailo Neto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 33 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.