Pasqualin
Luiz Alberto Pasqualin · nasceu em 1954
Pasqualin se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 5.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2016, 2020 e 2024.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PP (2008–2016), PSDB (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 70 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Pasqualin declarou R$ 148,4 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 80,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2024.
- PasqualinR$ 148,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 88,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 7 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- saldo em cooperativa de creditoR$ 72,2 milOutros créditos e poupança vinculada
- terreno urbano contendo uma casa em alvenariaR$ 40,6 milTerreno
- saldo em conta correnteR$ 18,6 milOutros créditos e poupança vinculada
- saldo em conta bancáriaR$ 13,3 milOutros créditos e poupança vinculada
- saldo em cooperativa de creditoR$ 3.512Outros créditos e poupança vinculada
- quotas em cooperativa de creditoR$ 112Quotas ou quinhões de capital
- saldo em conta bancáriaR$ 53Outros créditos e poupança vinculada
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Pasqualin declarou ao TSE R$ 137 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 93 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Porto União (SC) · PSDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Porto União (SC), 2024
Mediana da disputa: R$ 37,3 por voto. Quem venceu, Sandro Batata, gastou R$ 22,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 729; o mais barato, R$ 22,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mara MDBR$ 33 mil · 45 votosR$ 729
- Marli Alves PSDR$ 11 mil · 51 votosR$ 214
- Mari Schorr UNIÃOR$ 27 mil · 157 votosR$ 170
- Christian Martins PPR$ 16 mil · 354 votosR$ 44,9
- Dr. Walbert PLR$ 23 mil · 558 votosR$ 41,2
- Emilia Wedig PLR$ 17 mil · 450 votosR$ 38,9
- Anizio De Souza PDTR$ 11 mil · 293 votosR$ 37,3
- Neilor Grabovski MDBR$ 13 mil · 394 votosR$ 32,4
- Fernando Barulho PSDBR$ 23 mil · 786 votosR$ 28,8
- Aninha Do Salão UNIÃOR$ 11 mil · 430 votosR$ 25,4
- Israel Araujo PSDBR$ 12 mil · 476 votosR$ 25,2
- Sandro Batata MDBR$ 11 mil · 479 votosR$ 22,8
Votos por real
- 2020, vereador: 121 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 20 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.