Menegilda
Menegilda da Silveira Mattana · nasceu em 1957
Menegilda se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleita em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Menegilda declarou R$ 112,1 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 80,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- MenegildaR$ 112,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Menegilda declarou ao TSE R$ 3,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 1,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Lindolfo Collor (RS) · PT · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.15882,3%
- PartidoR$ 16812%
- PessoasR$ 815,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.24588,5%
- ServiçosR$ 16211,5%
Quanto custou cada voto: vereadora, Lindolfo Collor (RS), 2016
Menegilda: R$ 13,9 por voto (mediana da disputa, R$ 14,1). Quem venceu, Marcos Schumann, gastou R$ 6,98 por voto. O voto mais caro custou R$ 310; o mais barato, R$ 6,98.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Menegilda. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Schumacker PTR$ 2,5 mil · 8 votosR$ 310
- Leila PTR$ 1,4 mil · 33 votosR$ 42,6
- Leo Kehl MDBR$ 1,7 mil · 100 votosR$ 17,2
- Scherinha PTR$ 1,8 mil · 110 votosR$ 16,6
- Arno Muller MDBR$ 2,3 mil · 152 votosR$ 15,1
- Marquinhos Buttenbender PTBR$ 1,6 mil · 107 votosR$ 14,8
- Alcirio PPR$ 4,9 mil · 345 votosR$ 14,1
- Menegilda PTR$ 1,4 mil · 101 votosR$ 13,9
- Alcides De Quadro PTR$ 1,4 mil · 143 votosR$ 9,84
- Dino PTR$ 1,4 mil · 174 votosR$ 8,09
- Rejane Amaral - Jani PTBR$ 1,2 mil · 152 votosR$ 7,97
- Marcos Schumann REPUBLICANOSR$ 1,3 mil · 190 votosR$ 6,98
Votos por real
- 2016, vereadora: 72 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 98 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 64 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.