Apuração
Vereador · 2024 · PT

Dino

Ademir Altair Rader · nasceu em 1968

Dino se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 3.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,43← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PT2016PT2020PT2024PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2024.

Sempre pelo PT.

VereadorPartidoPT2012201420162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PT 13610· esquerda
    eleito136 votos
  2. 2020
    PT 13610· esquerda
    suplente90 votos
  3. 2016
    PT 13610· centro-esquerda
    eleito174 votos
  4. 2012
    PT 13610· centro-esquerda
    eleito197 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Dino declarou R$ 159,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 117,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 159,1 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 144.017 na declaração)

Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.

  • DinoR$ 159,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 159,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Dino declarou ao TSE R$ 6,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 2,5 mil, 27% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Lindolfo Collor (RS) · PT · eleito

De onde veio

R$ 2.493
27% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.493.
  1. Próprio bolsoR$ 1.45258,3%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2024 Gilmar De Quadros PrefeitoR$ 1.04041,7%

Para onde foi

R$ 1.452
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Lindolfo Collor (RS), 2024

Mediana da disputa: R$ 30,4 por voto. Quem venceu, Lais Heinle, gastou R$ 21 por voto. O voto mais caro custou R$ 312; o mais barato, R$ 9,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 93 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.