Apuração
Deputado estadual · 2018 · PHS

Marquinhos da Tia Megue

Marcos Costa Martins · nasceu em 1963

Marquinhos da Tia Megue se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PRONA2008MDB2012MDB2016MDB2018PHS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.

Passou por 3 partidos: PRONA (2004), MDB (2008–2016), PHS (2018).

Dep. estadualVereadorPartidoPRONAMDBPHS20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 55 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PHS 31156· centro-direita
    suplente8.473 votos; 192º mais votado de 2.242 no estado
  2. 2016
    Vereador · Nova Iguaçu (RJ)
    MDB 15156· centro-direita
    suplente5.057 votos
  3. 2012
    Vereador · Nova Iguaçu (RJ)
    MDB 15156· centro-direita
    eleito5.597 votos
  4. 2008
    Vereador · Nova Iguaçu (RJ)
    MDB 15156· centro· na urna, Marquinhos da Tia Megue
    eleito4.322 votos
  5. 2004
    Vereador · Nova Iguaçu (RJ)
    PRONA 56156· direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Marquinhos da Tia Megue teve 8.473 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 192º lugar entre 2.242 candidatos.

Recebeu votos em 44 cidades. Nova Iguaçu deu 77,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,8%.

8.473 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 8.473 votos.
  1. Nova Iguaçu (RJ)6.596 votos77,8%
  2. Rio de Janeiro (RJ)463 votos5,5%
  3. Belford Roxo (RJ)441 votos5,2%
  4. Japeri (RJ)230 votos2,7%
  5. Mesquita (RJ)221 votos2,6%
  6. Outras 29 cidades102 votos1,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Marquinhos da Tia Megue declarou R$ 885,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total subiu R$ 575,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 885,5 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 581.853 na declaração)

Mais da metade (53%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2018.

Cada quadrado é 1% de R$ 885,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 315,7 mil
    Apartamento
  2. #Nulo#R$ 152,2 mil
    Casa
  3. #Nulo#R$ 152 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. #Nulo#R$ 135,4 mil
    Prédio residencial
  5. #Nulo#R$ 68,5 mil
    Casa
  6. #Nulo#R$ 53,3 mil
    Casa
  7. #Nulo#R$ 8.462
    Apartamento

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Marquinhos da Tia Megue declarou ao TSE R$ 63 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 32 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PHS · suplente

De onde veio

R$ 14 mil
73% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14 mil.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Luiz Antonio De Souza Teixeira Junior Deputado FederalR$ 9.80069,9%
  2. Próprio bolsoR$ 3.77026,9%
  3. Fundo eleitoralR$ 4523,2%

Para onde foi

R$ 3.688
O maior gasto foi com material impresso: 72% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.688.
  1. Material impressoTudo de Apel Grafica E Editora LtdaR$ 2.63771,5%
  2. Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 1.04828,4%
  3. EscritórioR$ 30,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2018

Mediana da disputa: R$ 26,8 por voto. Quem venceu, Samuel Malafaia, gastou R$ 8,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 212; o mais barato, R$ 8,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 2.298 votos por R$ 1.000, 26 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 158 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 482 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 832 votos por R$ 1.000, 13 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.