Apuração
Vereador · 2008 · DEM

Marcos Mesquita

Marcos Gabriel Mesquita · nasceu em 1960

Marcos Mesquita se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004MDB2006MDB2008DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: MDB (2002–2006), DEM (2008).

Dep. estadualVereadorPartidoMDBDEM2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 48 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Mogi Guaçu (SP)
    DEM 25625· direita
    suplente
  2. 2006
    Deputado estadual · São Paulo
    MDB 15620· centro
    suplente10.406 votos; 344º mais votado de 1.520 no estado
  3. 2004
    Vereador · Mogi Guaçu (SP)
    MDB 15620· centro
    eleito1.252 votos
  4. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    MDB 15133· centro
    suplente7.681 votos; 418º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Marcos Mesquita teve 10.406 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 344º lugar entre 1.520 candidatos.

Recebeu votos em 60 cidades. Mogi Guaçu deu 90,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,0%.

10.406 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 10.406 votos.
  1. Mogi Guaçu (SP)9.394 votos90,3%
  2. Estiva Gerbi (SP)326 votos3,1%
  3. Mogi Mirim (SP)321 votos3,1%
  4. Santo André (SP)59 votos0,6%
  5. São Paulo (SP)44 votos0,4%
  6. Outras 45 cidades103 votos1%
As outras 1 eleições para deputado
7.681 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 7.681 votos.
  1. Mogi Guaçu (SP)5.243 votos68,3%
  2. São Paulo (SP)333 votos4,3%
  3. Santo André (SP)306 votos4%
  4. Estiva Gerbi (SP)252 votos3,3%
  5. Aguaí (SP)227 votos3%
  6. Outras 135 cidades654 votos8,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Marcos Mesquita declarou R$ 148,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 15,7 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 148,2 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 54.970 na declaração)

Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Marcos MesquitaR$ 148,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 148,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcos Mesquita declarou ao TSE R$ 105 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 41 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Mogi Guaçu (SP) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 31,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 31,2 mil.
  1. PessoasR$ 16,6 mil53,3%
  2. EmpresasR$ 12,3 mil39,5%
  3. PartidoR$ 2.0756,7%
  4. Outros candidatosR$ 1550,5%

Para onde foi

R$ 31,2 mil
O maior gasto foi com outros: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 31,2 mil.
  1. OutrosR$ 14,5 mil46,5%
  2. PessoalR$ 8.22526,4%
  3. Material impressoR$ 7.73824,8%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 5351,7%
  5. EscritórioR$ 1610,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Mogi Guaçu (SP), 2008

Marcos Mesquita: R$ 37,5 por voto (mediana da disputa, R$ 18,9). Quem venceu, Zé Roberto Do Cartório, gastou R$ 8,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 85; o mais barato, R$ 8,86.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Mesquita. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 374 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 260 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 187 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.