Marcos Cesar
Marcos Cesar Mello de Almeida · nasceu em 1956
Marcos Cesar se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 52 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado federal · São PauloPSDB 4537· centro-direita· na urna, Marcos César de Almeidasuplente4.946 votos; 332º mais votado de 952 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Marcos Cesar teve 4.946 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 332º lugar entre 952 candidatos.
Recebeu votos em 101 cidades. Mogi Guaçu deu 84,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Marcos Cesar declarou R$ 312,9 mil em bens, em reais de hoje: 6,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 498,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 6,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Marcos CesarR$ 312,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcos Cesar declarou ao TSE R$ 238 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 207 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Mogi Guaçu (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- EmpresasR$ 20,9 mil67,7%
- Outros candidatosR$ 8.44527,4%
- Próprio bolsoR$ 1.5315%
Para onde foi
- OutrosR$ 29,3 mil95%
- Material impressoR$ 1.4244,6%
- EscritórioR$ 1070,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Mogi Guaçu (SP), 2008
Marcos Cesar: R$ 85 por voto (mediana da disputa, R$ 18,9). Quem venceu, Zé Roberto Do Cartório, gastou R$ 8,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 85; o mais barato, R$ 8,86.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Cesar. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcos Cesar PSDBR$ 31 mil · 363 votosR$ 85
- Nelson Moreli PTR$ 64 mil · 848 votosR$ 75,7
- Daniel Rocha PDTR$ 20 mil · 430 votosR$ 46,8
- Marcos Mesquita DEMR$ 31 mil · 830 votosR$ 37,5
- Celso Luiz (Sind. Papeleiros) PVR$ 57 mil · 1.569 votosR$ 36
- Carlinhos Da Imobiliária PVR$ 28 mil · 1.346 votosR$ 20,5
- Peri MDBR$ 26 mil · 1.373 votosR$ 18,9
- Elias CIDADANIAR$ 28 mil · 1.607 votosR$ 17,2
- Thomaz Caveanha PTBR$ 27 mil · 1.621 votosR$ 16,4
- Salvador Franceli PSLR$ 24 mil · 1.928 votosR$ 12,6
- Wanderley Brunheroto PSBR$ 33 mil · 2.586 votosR$ 12,6
- Zé Roberto Do Cartório MDBR$ 21 mil · 2.378 votosR$ 8,86
Votos por real
- 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 16% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 24 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.