Marco Camenar
Marco Antonio Camenar · nasceu em 1971
Marco Camenar se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004–2006), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, superior completo, fiscal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2006Deputado federal · ParanáCIDADANIA 2302· centrosuplente1.680 votos; 143º mais votado de 258 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Marco Camenar teve 1.680 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 143º lugar entre 258 candidatos.
Recebeu votos em 87 cidades. Lapa deu 70,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marco Camenar declarou R$ 125,1 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 113,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Marco CamenarR$ 125,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marco Camenar declarou ao TSE R$ 35 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 22 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Lapa (PR) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 15,2 mil70,6%
- Próprio bolsoR$ 4.85822,5%
- Outros candidatosR$ 1.4726,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 10,9 mil50,7%
- PessoalR$ 6.60330,7%
- Material impressoR$ 3.49916,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4862,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Lapa (PR), 2016
Marco Camenar: R$ 102 por voto (mediana da disputa, R$ 36,6). Quem venceu, Josias Junior, gastou R$ 24,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 622; o mais barato, R$ 24,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marco Camenar. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Portella PTR$ 16 mil · 26 votosR$ 622
- Jair Do Pv PVR$ 16 mil · 55 votosR$ 296
- Airton Sorriso PTR$ 16 mil · 96 votosR$ 166
- Marco Camenar MDBR$ 21 mil · 211 votosR$ 102
- Rodrigo De Lima PVR$ 17 mil · 223 votosR$ 74,5
- Professor Pedro Ribeiro PVR$ 16 mil · 428 votosR$ 37,5
- Vilmar Fávaro Purga PSLR$ 29 mil · 796 votosR$ 36,6
- Enfermeira Neiva PTR$ 16 mil · 498 votosR$ 32,2
- José Luiz De Castro PSDBR$ 15 mil · 548 votosR$ 27,5
- Arthur Vidal MDBR$ 39 mil · 1.520 votosR$ 25,7
- Gustavo Daou PSDR$ 15 mil · 578 votosR$ 25,7
- Josias Junior PTR$ 20 mil · 792 votosR$ 24,8
Votos por real
- 2016, vereador: 9,8 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 194 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.