Jose Luiz de Castro
nasceu em 1946
Jose Luiz de Castro se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 74 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Jose Luiz de Castro declarou R$ 588,2 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 139,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- Jose Luiz de CastroR$ 588,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Terreno rural sito na rua joão lacerda braga 214R$ 219,4 milTerreno rural
- Banco bradesco ag 0954R$ 161,3 milConta corrente no país
- BB renda fixa 500R$ 161,1 milOutros bens e direitos
- VW gol 1000 ano 2012 placa AWI1934R$ 32 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em casaR$ 14,4 milDinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Jose Luiz de Castro declarou ao TSE R$ 61 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Lapa (PR) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.35267,8%
- PessoasR$ 3.34030,8%
- Outros candidatosR$ 1571,4%
Para onde foi
- OutrosR$ 3.39645,7%
- PessoalR$ 3.18442,8%
- TransporteR$ 4395,9%
- Material impressoR$ 4175,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Lapa (PR), 2020
Jose Luiz De Castro: R$ 16,3 por voto (mediana da disputa, R$ 10,4). Quem venceu, Marcos Lech, gastou R$ 3,61 por voto. O voto mais caro custou R$ 31; o mais barato, R$ 3,61.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jose Luiz De Castro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Arthur Vidal MDBR$ 37 mil · 1.182 votosR$ 31
- Zenaide Da Marcação PSBR$ 22 mil · 700 votosR$ 30,9
- Samuel Da Saúde PSBR$ 4,5 mil · 219 votosR$ 20,7
- Jose Luiz De Castro DEMR$ 7,4 mil · 457 votosR$ 16,3
- Gustavo Daou DEMR$ 8,4 mil · 596 votosR$ 14,2
- Sargento Otavio Bolinho MDBR$ 4 mil · 367 votosR$ 10,9
- Bruno Bux PTR$ 11 mil · 1.078 votosR$ 10,4
- Davi Cachimarque Pinto PSBR$ 4,2 mil · 655 votosR$ 6,48
- Marco Bortoletto PSBR$ 7 mil · 1.219 votosR$ 5,77
- Vilmar Fávaro Purga PSLR$ 4,4 mil · 778 votosR$ 5,64
- Mário Da Farmácia PSBR$ 7 mil · 1.276 votosR$ 5,51
- Marcos Lech PSBR$ 4,2 mil · 1.173 votosR$ 3,61
Votos por real
- 2020, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.