Apuração
Deputado federal · 2006 · PL

Major Rangel

Augusto Murilo Rangel · nasceu em 1962

Major Rangel disputou uma eleição, em 2006, para deputado federal (Rondônia), pelo PL: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPL2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 43 anos, superior completo, policial militar. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · Rondônia
    PL 2211· direita
    suplente5.954 votos; 29º mais votado de 69 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Major Rangel teve 5.954 votos para deputado federal, 0,8% dos votos válidos do estado: 29º lugar entre 69 candidatos.

Recebeu votos em 47 cidades. Porto Velho deu 69,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,0%.

5.954 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 5.954 votos.
  1. Porto Velho (RO)4.163 votos69,9%
  2. Vilhena (RO)422 votos7,1%
  3. Cacoal (RO)160 votos2,7%
  4. Guajará-Mirim (RO)158 votos2,7%
  5. Rolim de Moura (RO)137 votos2,3%
  6. Outras 32 cidades296 votos5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Major Rangel declarou R$ 379,9 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 379,9 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 127.399 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal em Rondônia em 2006.

  • Major RangelR$ 379,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 372,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 750,5 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 379,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Major Rangel declarou ao TSE R$ 3,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado federal · Rondônia · PL · suplente

De onde veio

R$ 3.906
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.906.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 3.13580,3%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro Único Pl-RoR$ 77119,7%

Para onde foi

R$ 3.906
O maior gasto foi com outros: 80% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.906.
  1. OutrosR$ 3.13580,3%
  2. EscritórioR$ 77119,7%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rondônia, 2006

Mediana da disputa: R$ 16,8 por voto. Quem venceu, Lindomar Garçon / Garçon, gastou R$ 3,50 por voto. O voto mais caro custou R$ 290; o mais barato, R$ 3,50.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 1.524 votos por R$ 1.000, 21 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.