Apuração
Senador · 2010 · MDB

Luiz Henrique da Silveira

nasceu em 1940

Luiz Henrique da Silveira se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita pelo voto; centro pelo partido

As medidas vão de +0,07 a +0,26 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo voto ele aparece mais à direita.

Votou como o governo orientou em 86% das votações, e com a maioria do próprio partido em 93%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.

Pelo votoSenado 2011–2015+0,26Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
← esquerdacentrodireita →
2002MDB2006MDB2010MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: governador, em 2002 e 2006.

Sempre pelo MDB.

GovernadorSenadorPartidoMDB20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2010, eleito.

Declarou ao TSE em 2010: 70 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Senador · Santa Catarina
    MDB 155· centro
    eleito1.784.019 votos, 28,4%
  2. 2006
    Governador · Santa Catarina
    MDB 15· centro
    eleito1.601.181 votos, 48,9%; 2º turno, 52,7%
  3. 2002
    Governador · Santa Catarina
    MDB 15· centro
    eleito918.615 votos, 30,1%; 2º turno, 50,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Luiz Henrique da Silveira declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2006 e 2010, o total caiu R$ 331,5 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,4 mi
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 576.902 na declaração)

Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a senador em Santa Catarina em 2010.

  • Luiz Henrique da SilveiraR$ 1,4 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 790 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 13 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Terreno edif. c/ casa em alvenariaR$ 618,2 mil
    Terreno
  2. Chevrolet, modelo vectra sedan 2.0 cor prata placas mki…R$ 191,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Apartamento n. 21R$ 173 mil
    Apartamento
  4. 50% Do apto. n. 203 no edifício pedro iR$ 164,7 mil
    Apartamento
  5. Conta 83.813-6R$ 126 mil
    Conta corrente no país
  6. Um terreno edif. com casa de alvenaria de 128M2R$ 76,7 mil
    Terreno
  7. Uma vaga de garagem n. 310R$ 36,6 mil
    Outros bens imóveis
  8. Saldo besc rf liquidezR$ 33,3 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  9. Saldo em c/c capital junto a coopercred de joinvilleR$ 4.139
    Outras participações societárias
  10. Ações on 4718 pn telescR$ 769
    Ações
  11. Saldo em c/c na coopercredR$ 598
    Outras participações societárias
  12. Saldo em poupança ouro c/c 83813-6 banco do brasilR$ 448
    Caderneta de poupança
  13. Ações da fábrica de tecidos carlos renaux S/AR$ 52
    Ações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Luiz Henrique da Silveira declarou ao TSE R$ 38,8 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para governador: R$ 21,5 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mi.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Senador · Santa Catarina · MDB · eleito

De onde veio

R$ 7,7 mi
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 13 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7,7 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 681,7 mil8,8%
  2. Próprio bolsoR$ 20,8 mil0,3%

Para onde foi

R$ 7,7 mi
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 30% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7,7 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. InternetR$ 2.922< 0,1%

Quanto custou cada voto: senador, Santa Catarina, 2010

Luiz Henrique Da Silveira: R$ 4,33 por voto (mediana da disputa, R$ 2,49). Quem venceu, Paulo Bauer, gastou R$ 3,31 por voto. O voto mais caro custou R$ 4,92; o mais barato, R$ 0,40.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luiz Henrique Da Silveira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, senador: 239 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
  • 2006, governador: 81 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
  • 2002, governador: 96 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.