Apuração
Deputado estadual · 2018 · PC do B

Ghizoni

João Ghizoni · nasceu em 1960

Ghizoni se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,59← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PC do B2010PC do B2018PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PC do B.

SenadorDep. estadualPartidoPC do B’02’04’06’08’10’12’14’16’18
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2018: 58 anos, superior completo, bancário e economiário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Santa Catarina
    PC do B 65650· esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2010
    Senador · Santa Catarina
    PC do B 650· esquerda
    não eleito563.173 votos, 9,0%
  3. 2002
    Deputado estadual · Santa Catarina
    PC do B 65123· esquerda
    suplente11.964 votos; 87º mais votado de 293 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Ghizoni teve 11.964 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 87º lugar entre 293 candidatos.

Recebeu votos em 191 cidades. Florianópolis deu 35,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,1%.

11.964 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 11.964 votos.
  1. Florianópolis (SC)4.213 votos35,2%
  2. São José (SC)1.359 votos11,4%
  3. Criciúma (SC)946 votos7,9%
  4. Blumenau (SC)892 votos7,5%
  5. Chapecó (SC)875 votos7,3%
  6. Outras 176 cidades1.667 votos13,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Ghizoni declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 6,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2010 e 2018, o total subiu R$ 690 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,5 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 972.440 na declaração)

Declarou 6,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Santa Catarina em 2018.

  • GhizoniR$ 1,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 228,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. Localização: Rua Pastor Willian Richard Schisller FilhoR$ 1,3 mi
    Apartamento
  2. NISSAN Sentra ¿ Ano 2011R$ 42,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. JAC Motors J3 ¿ Ano 2011R$ 38 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Dinheiro em Espécie: Valor: R$20.000R$ 30,4 mil
    Dinheiro em espécie
  5. Dinheiro em conta corrente na Caixa Econômica Federal:…R$ 13,1 mil
    Conta corrente no país
  6. Dinheiro em Poupança na Caixa Econômica Federal: Valor R$…R$ 7.762
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Ghizoni declarou ao TSE R$ 2,9 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para senador: R$ 2,8 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Santa Catarina · PC do B · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 84,4 mil
73% veio de fundos públicos; 9 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 84,4 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Comunista Do BrasilR$ 61,8 mil73,2%
  2. Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 14,3 mil17%
  3. Próprio bolsoR$ 5.2756,2%
  4. VaquinhaR$ 3.0233,6%

Para onde foi

R$ 74,6 mil
O maior gasto foi com serviços: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 74,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Vitor Hugo ClaumanR$ 13,3 mil17,8%
  2. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 9.04712,1%
  3. TransporteR$ 3.1064,2%
  4. EventosR$ 2.0192,7%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Santa Catarina, 2018

Mediana da disputa: R$ 27,9 por voto. Quem venceu, Julio Garcia, gastou R$ 8,35 por voto. O voto mais caro custou R$ 321; o mais barato, R$ 8,35.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, senador: 203 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 214 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.