Luiz Claudio
Luiz Claudio da Silva · nasceu em 1963
Luiz Claudio disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Corumbá (MS)), pelo PL: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 45 anos, ensino médio, servidor público federal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Luiz Claudio declarou R$ 103,8 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.
Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2008.
- Luiz ClaudioR$ 103,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 149 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- AutomovelR$ 40,4 milVeículos, barcos e aeronaves
- Imovel residencialR$ 27 milImóveis
- Imovel comercialR$ 22,9 milImóveis
- TerrenoR$ 13,5 milImóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Luiz Claudio declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Corumbá (MS) · PL · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 20,5 mil93,2%
- EmpresasR$ 1.4946,8%
Para onde foi
- OutrosR$ 6.86557,7%
- TransporteR$ 3.15926,6%
- ServiçosR$ 1.54012,9%
- Material impressoR$ 3352,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Corumbá (MS), 2008
Mediana da disputa: R$ 99,8 por voto. Quem venceu, Dr: Oseas, gastou R$ 38,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 165; o mais barato, R$ 38,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cristina Lanza PTR$ 228 mil · 1.380 votosR$ 165
- Enio Castelo PTR$ 183 mil · 1.171 votosR$ 156
- Alberto Guimarães PTBR$ 121 mil · 932 votosR$ 130
- Dirceu MDBR$ 157 mil · 1.486 votosR$ 106
- Antonio Galã PTR$ 146 mil · 1.394 votosR$ 105
- Professor Bosco PTR$ 194 mil · 1.850 votosR$ 105
- Rogério Candia PTBR$ 134 mil · 1.342 votosR$ 99,8
- Roberto Façanha MDBR$ 93 mil · 1.327 votosR$ 69,7
- Marquinhos PTR$ 127 mil · 1.866 votosR$ 68
- Machado PTR$ 73 mil · 1.435 votosR$ 51
- Salatiel PDTR$ 76 mil · 1.754 votosR$ 43,5
- Dr: Oseas MDBR$ 85 mil · 2.186 votosR$ 38,7
Votos por real
- 2008, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 8,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.