Dr Oséas
Oséas Ohara de Oliveira · nasceu em 1952
Dr Oséas se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 60 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · Mato Grosso do SulMDB 15151· centro· na urna, Dr Oseassuplente12.961 votos; 35º mais votado de 240 no estado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Mato Grosso do SulMDB 15234· centro· na urna, Oséassuplente3.291 votos; 73º mais votado de 210 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Dr Oséas teve 12.961 votos para deputado estadual, 1,0% dos votos válidos do estado: 35º lugar entre 240 candidatos.
Recebeu votos em 44 cidades. Corumbá deu 86,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,4%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Dr Oséas declarou R$ 405,7 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 193,6 mil acima da inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2012.
- Dr OséasR$ 405,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 164,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dr Oséas declarou ao TSE R$ 356 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 225 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Corumbá (MS) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 26 mil92,3%
- PartidoR$ 1.3864,9%
- Outros candidatosR$ 7882,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 25,8 mil91,5%
- Material impressoR$ 1.3864,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 7882,8%
- ServiçosR$ 2060,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Corumbá (MS), 2012
Mediana da disputa: R$ 91,6 por voto. Quem venceu, Dr. Sabatel, gastou R$ 31,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 272; o mais barato, R$ 31,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Salatiel PDTR$ 324 mil · 1.190 votosR$ 272
- Hugo Costa PSBR$ 124 mil · 863 votosR$ 143
- Enio Castelo PTR$ 155 mil · 1.316 votosR$ 118
- Tadeu Vieira PDTR$ 110 mil · 1.027 votosR$ 107
- Paulo Henrique Ph PTR$ 65 mil · 664 votosR$ 97,3
- Machado PTR$ 124 mil · 1.351 votosR$ 91,6
- Evander PPR$ 126 mil · 1.478 votosR$ 85,3
- Cristina Lanza PTR$ 131 mil · 1.579 votosR$ 83,1
- Alberto Guimaraes PTBR$ 53 mil · 682 votosR$ 78,1
- Luciano Costa PTR$ 72 mil · 1.327 votosR$ 53,9
- Dr. Sabatel PSDR$ 53 mil · 1.675 votosR$ 31,8
Votos por real
- 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 58 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.