Professor Bosco
João Bosco da Silva e Souza · nasceu em 1956
Professor Bosco se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 31 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Professor Bosco declarou R$ 349,5 mil em bens, em reais de hoje: 8,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 71,7 mil acima da inflação.
Declarou 8,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2012.
- Professor BoscoR$ 349,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 164,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Bosco declarou ao TSE R$ 242 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 194 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Corumbá (MS) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 21,7 mil44,4%
- Próprio bolsoR$ 18,1 mil37,1%
- Outros candidatosR$ 5.76811,8%
- PartidoR$ 3.2496,7%
Para onde foi
- PessoalR$ 21,7 mil44,6%
- Material impressoR$ 15,3 mil31,6%
- EscritórioR$ 8.69017,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.6853,5%
- ServiçosR$ 6501,3%
- OutrosR$ 5741,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Corumbá (MS), 2012
Mediana da disputa: R$ 91,6 por voto. Quem venceu, Dr. Sabatel, gastou R$ 31,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 272; o mais barato, R$ 31,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Salatiel PDTR$ 324 mil · 1.190 votosR$ 272
- Hugo Costa PSBR$ 124 mil · 863 votosR$ 143
- Enio Castelo PTR$ 155 mil · 1.316 votosR$ 118
- Tadeu Vieira PDTR$ 110 mil · 1.027 votosR$ 107
- Paulo Henrique Ph PTR$ 65 mil · 664 votosR$ 97,3
- Machado PTR$ 124 mil · 1.351 votosR$ 91,6
- Evander PPR$ 126 mil · 1.478 votosR$ 85,3
- Cristina Lanza PTR$ 131 mil · 1.579 votosR$ 83,1
- Alberto Guimaraes PTBR$ 53 mil · 682 votosR$ 78,1
- Luciano Costa PTR$ 72 mil · 1.327 votosR$ 53,9
- Dr. Sabatel PSDR$ 53 mil · 1.675 votosR$ 31,8
Votos por real
- 2012, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 9,6 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.