Luiz Carlos
Luiz Carlos de Oliveira · nasceu em 1946
Luiz Carlos se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em todas.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PDT (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 62 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Luiz Carlos declarou R$ 2,2 mi em bens, em reais de hoje: 6,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Pernambuco.
Declarou 6,6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Pernambuco em 2008.
- Luiz CarlosR$ 2,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 326,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 440,1 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 12 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Capital na firma individual luiz carlosR$ 701,1 milEmpresas e participações
- 01 Imovel ruralR$ 539,3 milBens rurais e animais
- 01 Casa residencial garanhuns PER$ 161,8 milImóveis
- 01 Automovel toyota corola ano 2007R$ 159,1 milVeículos, barcos e aeronaves
- 130 Cabeças de gabo bovinoR$ 140,2 milBens rurais e animais
- 01 Casa residencial garanhuns PER$ 110,6 milImóveis
- 50% Do prédio comercial garanhuns PER$ 110,6 milImóveis
- 01 Automóvel fiat palio ano 2006R$ 97,1 milVeículos, barcos e aeronaves
- 01 Automovel GM astra sedan ano 2002R$ 86,3 milVeículos, barcos e aeronaves
- 01 Casa residencial tamandare PER$ 35,1 milImóveis
- Aparatamento recife PER$ 13,5 milOutros
- 01 Terreno urbano garanhuns PER$ 10,8 milImóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Luiz Carlos declarou ao TSE R$ 1,2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 901 mil.
Campanha a campanha
2008 · Prefeito · Garanhuns (PE) · PDT · eleito
De onde veio
- Outros candidatosTudo de Luiz Carlos De OliveiraR$ 159,5 mil47%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 76,6 mil22,5%
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 66,1 mil19,5%
- Próprio bolsoR$ 37,5 mil11%
Para onde foi
- TransporteTudo de Paz Distribuidora De Combustivel LtdaR$ 25,9 mil7,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.5440,7%
- EscritórioR$ 3610,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Garanhuns (PE), 2008
Luiz Carlos: R$ 10,2 por voto (mediana da disputa, R$ 22,6). O voto mais caro custou R$ 25,5; o mais barato, R$ 3,90.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alvaro Fernandes DEMR$ 23 mil · 887 votosR$ 25,5
- Zé Da Luz PSBR$ 452 mil · 18.757 votosR$ 24,1
- Adolfo Lopes PPR$ 155 mil · 6.870 votosR$ 22,6
- Luiz Carlos PDTR$ 340 mil · 33.371 votosR$ 10,2
- Paulo Camelo PSOLR$ 5,5 mil · 1.399 votosR$ 3,90
Votos por real
- 2008, prefeito: 98 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 28 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.