Paulo Camelo
Paulo Camelo de Holanda Cavalcanti · nasceu em 1951
Paulo Camelo se candidatou em 8 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSTU (2004), PSOL (2008–2014), PCB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 69 anos, superior completo, engenheiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · PernambucoPCB 2121· esquerdanão eleito1.334 votos; 128º mais votado de 326 no estado
- 2016
- 2014Deputado federal · PernambucoPSOL 5055· esquerdanão eleito4.436 votos; 66º mais votado de 155 no estado
- 2012
- 2010Deputado federal · PernambucoPSOL 5055· esquerdanão eleito1.443 votos; 86º mais votado de 176 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Paulo Camelo teve 1.334 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 128º lugar entre 326 candidatos.
Recebeu votos em 67 cidades. Garanhuns deu 79,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,9%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulo Camelo declarou R$ 103,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 243,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 42% da mediana dos candidatos a prefeito em Pernambuco em 2020.
- Paulo CameloR$ 103,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 245,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 358,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Paulo Camelo declarou ao TSE R$ 111 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 52 mil, 98% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Garanhuns (PE) · PCB · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Orgao Provisorio Do Partido Comunista Brasileiro - Pernambuco - Pe - EstadualR$ 51,3 mil98,4%
- PessoasR$ 8491,6%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo3 pessoas, não nomeadasR$ 13 mil26,4%
- Pessoal6 pessoas, não nomeadasR$ 9.40419%
- Material impressoTudo de Gilvaneide Silva Omena EireliR$ 5.37810,9%
- RepassesR$ 6< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Garanhuns (PE), 2020
Paulo Camelo: R$ 57,9 por voto (mediana da disputa, R$ 18,9). Quem venceu, Sivaldo Albino, gastou R$ 18,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 106; o mais barato, R$ 11,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Camelo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Valter Couto REDER$ 21 mil · 201 votosR$ 106
- Paulo Camelo PCBR$ 49 mil · 853 votosR$ 57,9
- Sivaldo Albino PSBR$ 420 mil · 22.198 votosR$ 18,9
- Dr Silvino PTBR$ 365 mil · 20.344 votosR$ 18
- Zaqueu PPR$ 193 mil · 16.489 votosR$ 11,7
Votos por real
- 2020, prefeito: 17 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 85 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 216 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 329 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.