Apuração
Deputado estadual · 2006 · PDT

Kennedy

Wagner Kennedy Cabral Dantas · nasceu em 1966

Kennedy disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Rio de Janeiro), pelo PDT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPDT2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 40 anos, superior completo, policial militar. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PDT 12369· centro-esquerda
    suplente6.642 votos; 224º mais votado de 1.377 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Kennedy teve 6.642 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 224º lugar entre 1.377 candidatos.

Recebeu votos em 74 cidades. Rio de Janeiro deu 61,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,8%.

6.642 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 6.642 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)4.050 votos61%
  2. Mesquita (RJ)376 votos5,7%
  3. São Gonçalo (RJ)322 votos4,8%
  4. Nova Iguaçu (RJ)238 votos3,6%
  5. Porto Real (RJ)198 votos3%
  6. Outras 59 cidades478 votos7,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Kennedy declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje.

R$ 1,2 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 388.000 na declaração)

Mais da metade (54%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2006.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Kennedy declarou ao TSE R$ 57 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PDT · suplente

De onde veio

R$ 57 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 57 mil.
  1. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 36,2 mil63,6%
  2. Próprio bolsoR$ 14,8 mil25,9%
  3. PartidoTudo de Diretório Nacional Pdt-BrR$ 5.96210,5%

Para onde foi

R$ 56,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 82% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 56,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 10,4 mil18,5%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2006

Mediana da disputa: R$ 23,1 por voto. Quem venceu, Zito, gastou R$ 6,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 75,2; o mais barato, R$ 6,43.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 118 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.