Apuração
Vereador · 2008 · PDT

Jorge

Jorge Luiz Piovesan · nasceu em 1961

Jorge disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Paim Filho (RS)), pelo PDT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPDT2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 46 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Paim Filho (RS)
    PDT 12312· centro-esquerda
    suplente121 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Jorge declarou R$ 202,2 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 202,2 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 75.000 na declaração)

Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • JorgeR$ 202,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 202,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Casa alvenariaR$ 134,8 mil
    Imóveis
  2. Equipamento informaticaR$ 27 mil
    Outros
  3. AutomovelR$ 27 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Saldo caixaR$ 13,5 mil
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Jorge declarou ao TSE R$ 1,7 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Paim Filho (RS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 1.687
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.687.
  1. Próprio bolsoR$ 1.60695,2%
  2. OutrosR$ 804,8%

Para onde foi

R$ 1.687
O maior gasto foi com transporte: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.687.
  1. TransporteR$ 90053,3%
  2. Material impressoR$ 70741,9%
  3. EscritórioR$ 804,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Paim Filho (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 37,7 por voto. Quem venceu, Vande, gastou R$ 20,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 274; o mais barato, R$ 20,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Quico MDBR$ 16 mil · 60 votosR$ 274
  • Roberto Piana PTR$ 9,3 mil · 180 votosR$ 51,8
  • Pertile PTR$ 7,5 mil · 168 votosR$ 44,6
  • Abilio PDTR$ 4,1 mil · 97 votosR$ 42,8
  • Cida PTR$ 8 mil · 192 votosR$ 41,8
  • Celsão PTR$ 8 mil · 213 votosR$ 37,7
  • Luiz De Paula PTR$ 7,4 mil · 208 votosR$ 35,3
  • Jonca PTR$ 9 mil · 256 votosR$ 35,1
  • David PTR$ 6,4 mil · 191 votosR$ 33,4
  • Oneide MDBR$ 5,5 mil · 204 votosR$ 26,8
  • Vande PTR$ 7,6 mil · 374 votosR$ 20,3

Votos por real

  • 2008, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.