Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PT

João Torres

João Antonio Torres · nasceu em 1949

João Torres se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,19← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2012DEM2016PT2020PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: PT (2008), DEM (2012), PT (2016–2020).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPTDEMPT2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 71 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Pequi (MG)
    PT 77· esquerda
    Na chapa de Erasmo da Horta
    chapa não eleita1.414 votos da chapa, 47,0%
  2. 2016
    Vereador · Pequi (MG)
    PT 13012· centro-esquerda· na urna, João Antônio
    eleito121 votos
  3. 2012
    Vice-prefeito · Pequi (MG)
    DEM 25· direita· na urna, João Antonio Torres
    Na chapa de João do Banco
    chapa eleita1.986 votos da chapa, 62,4%
  4. 2008
    Vice-prefeito · Pequi (MG)
    PT 45· centro-esquerda· na urna, João do João Torres
    Na chapa de Roxo
    chapa eleita1.497 votos da chapa, 49,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, João Torres declarou R$ 252,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 133,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 252,5 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 175.761 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 252,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Uma casa residencial e respectivo lote de terreno…R$ 143,6 mil
    Casa
  2. Dinheiro em especieR$ 57,5 mil
    Dinheiro em espécie
  3. Um veiculo car/caminhao/c. aberta m.b./mercedes benz l 608 dR$ 37,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Saldo aplicação financeira junto a cooperativa de…R$ 7.182
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  5. Saldo em conta corrente junto a cooperativa de…R$ 6.695
    Conta corrente no país
  6. Capital social junto a cooperativa de livre admissão…R$ 144
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, João Torres declarou ao TSE R$ 7 mil em receitas, em reais de hoje, 0,7% de dinheiro público.

2016 · Vereador · Pequi (MG) · PT · eleito

De onde veio

R$ 7.010
0,7% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.010.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 3.23846,2%
  2. Próprio bolsoR$ 3.07643,9%
  3. PartidoR$ 3244,6%
  4. Outros candidatosR$ 3244,6%
  5. Fundo partidárioR$ 470,7%

Para onde foi

R$ 6.759
O maior gasto foi com pessoal: 48% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.759. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 3.23847,9%
  2. RepassesR$ 4867,2%
  3. Material impressoR$ 470,7%
  4. EscritórioR$ 240,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Pequi (MG), 2016

João Antônio: R$ 55,9 por voto (mediana da disputa, R$ 55,9). Quem venceu, Márcio Henrique Da Farmácia, gastou R$ 29,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 240; o mais barato, R$ 29,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: João Antônio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.