Cassio da Lulu
Cassio José de Castro Oliveira · nasceu em 1970
Cassio da Lulu se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, ensino médio, trabalhador metalúrgico e siderúrgico, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Cassio da Lulu declarou R$ 215,7 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Cassio da LuluR$ 215,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Cassio da Lulu declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,6 mil, 1% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pequi (MG) · PT · não eleito
De onde veio
- Outros candidatosR$ 70866,7%
- Próprio bolsoR$ 35433,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 34094,9%
- EscritórioR$ 185,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Pequi (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 34,7 por voto. Quem venceu, Ronaldo Do Moisés, gastou R$ 18,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 96,6; o mais barato, R$ 18,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ovidinho CIDADANIAR$ 7,7 mil · 80 votosR$ 96,6
- Filipe Biju CIDADANIAR$ 4,3 mil · 62 votosR$ 69,4
- Márcio Henrique Da Farmácia DEMR$ 6,4 mil · 119 votosR$ 53,6
- Mariinha Do Joaquim CIDADANIAR$ 2,3 mil · 53 votosR$ 43,8
- Savio Ramos Bié CIDADANIAR$ 3,1 mil · 79 votosR$ 39,4
- Saulo DEMR$ 7,5 mil · 210 votosR$ 35,7
- Tiago Tomatito CIDADANIAR$ 5,2 mil · 151 votosR$ 34,7
- Dirceu Frete AVANTER$ 2,6 mil · 78 votosR$ 33,8
- Elizete DEMR$ 3,1 mil · 99 votosR$ 31,2
- Adelmo Do Delino AVANTER$ 2,9 mil · 99 votosR$ 28,9
- Liberio Do Gino DEMR$ 3,1 mil · 144 votosR$ 21,3
- Ronaldo Do Moisés DEMR$ 2,8 mil · 154 votosR$ 18,4
Votos por real
- 2020, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.